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NO FERIADO

Clientes de seguradoras podem ficar sem guincho neste feriado

Reivindicação é de mínimo em R$ 2 reais, por km rodado
19/04/2019 15:21 - EDUARDO MIRANDA


 

Quem tem veículo com seguro e assistência 24 horas não deve ficar surpreso se neste feriado prolongado o serviço de guincho demorar muito para atender, ou mesmo nem chegar. É que a categoria deve parar neste fim de semana, em protesto contra as companhias de seguro. Clientes de até 20 seguradoras poderão ser prejudicados pelo protesto, que teve adesão dos principais prestadores de serviço do setor em Mato Grosso do Sul. 

O proprietário de uma das companhias contratadas pelas seguradoras, que pediu para manter seu nome em sigilo por temer represálias das companhias, afirmou que os casos emergenciais serão atendidos. “Pode ser uma ocorrência com uma criança num carro, ou uma outra situação delicada”, afirmou. No entanto, para qualquer outro tipo de chamado, os caminhões guincho não sairão de suas bases. “Se a pessoa foi passear na avenida, e teve um problema no carro, a chance de ela ter de deixar o carro por lá, é grande”, complementou. 

A classe reivindica reajuste emergencial imediato, com pagamento mínimo a partir de R$ 2 por quilômetro rodado, além de R$ 150 fixos, por saída. Atualmente, diz a categoria, o valor médio pago é de R$ 1,40 por quilômetro, mais o valor fixo de R$ 65. 


Além disso, os motoristas de guincho reclamam do não cumprimento de parecer já atendido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que reconhece a atividade da categoria como transporte de carga, e não apenas como prestadores de serviço. 

Em Mato Grosso do Sul a frota de guichos é de aproximadamente 100 caminhões. “A adesão é de 70% da categoria”, disse o proprietário de empresa de transporte. 

A restrição vale somente para clientes de seguradoras. Para os que quiserem contratar o serviço particular, os guincheiros continuam atendendo. 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.