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BRAÇOS CRUZADOS

Servidores federais de cinco órgãos parados em todo Estado

Atendimentos jurídicos, concessão de aposentadorias e aulas não estão sendo feitos
22/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

Em resposta às negativas do governo federal em conceder reajustes salariais, mias de 7,4 mil servidores dos órgãos do governo federal em Mato Grosso do Sul aderiam ao cenário nacional e anunciaram greve por tempo indeterminada. As manifestações trabalhistas começam em junho, e incluem servidores da Universidade Fedral (UFMS), Institudo Federal (IFMS), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Poder Judiciário e Ministério Público da União (MPU). O último a aderir foi o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que iniciou paralisação ontem. 

Com a paralisação,7.568 servidores deixaram de cumprir a jornada de trabalho em todo o Estado, mas para garantir a legalidade, o movimento deverá manter um número mínimo de servidores em exercício. O costume é observar o percentual de 30%, estabelecendo-se, para tanto, sistema de rodízio entre os grevistas. O principal motivo da greve é a correção salarial, de acordo com os índices da inflação. Existem profissionais sem ajuste desde 2006.

(*) A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Felpuda


Dez vereadores da Capital mudaram de partido na tentativa de encarar a reeleição ou, dependendo do caso, disputar a vaga de vice-prefeito. Legendas foram “engordadas”, outras entraram em estado de inanição e outras ainda simplesmente sumiram do mapa. Que ninguém ouse perguntar a quem “trocou de camisa” qual a linha programática dos partidos em que agora estão filiados. Seria para eles, digamos, questão de pouca importância. Política tem dessas coisas...