PRAÇA ARY COELHO

Profissionais da Capital se unem em manifestação contra as reformas

Professores participam de assembleia hoje para deliberar sobre greve
30/06/2017 10:28 - MARESSA MENDONÇA E BÁRBARA CAVALCANTI


 

Professores, policiais civis e bancários aderiram à manifestação contra as reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo governo de Michel Temer e fizeram ato na Praça Ary Coelho na manhã de hoje. Os docentes reclamam também de não terem recebido reajuste salarial referente ao piso nacional.

A manifestação foi liderada pelos professores que, se reúnem na tarde de hoje para decidir se entram ou não em greve a partir do segundo semestre.

O professor Lucílio Souza Nobre, presidente da Sindicato Campograndense dos Profissionais da Educação (ACP) informou que 50% das escolas municipais e estaduais paralisaram as atividades nesta sexta-feira. O restante, segundo ele, funcionou parcialmente.

Ele disse ainda que a ACP já decidiu pela greve a partir do segundo semestre, mas eles precisam se reunir também com professores estaduais para que o protesto ganhe força. “Não podemos ir sozinhos. Vai depender da reunião de hoje”, completou.

Durante a tarde, os professores saem em passeata pelas Ruas 14 de Julho, Antônio Maria Coelho, 13 de Maio até a Praça do Rádio.

“A educação parou hoje de novo porque é um novo processo de pressão contra os senadores por causa das reformas da Previdência e Trabalhistas”, declarou o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Jaime Teixeira.

A assembleia com professores da rede estadual e municipal será realizada às 15h de hoje na sede da Fetems.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".