Campo Grande - MS, terça, 21 de agosto de 2018

Campo Grande

Veículo colide em poste, pega fogo
e dois morrem em avenida da Capital

Corpos foram levados ao Imol para serem reconhecidos

27 SET 2017Por LUCIA MOREL08h:20

Duas pessoas morreram na noite de ontem em acidente de trânsito ocorrido por volta das 2 horas da madrugada, em Campo Grande. O veículo Honda City bateu em poste na Avenida Mato Grosso, próximo à rua Rui Barbosa e, em seguida, pegou fogo. O carro pertence ao guarda municipal Anderson Lira Ramos, mas não há confirmação de que era ele quem dirigia. 

Dois corpos ficaram carbonizados e estão no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) aguardando reconhecimento. Familiares do guarda vão ao local esta manhã, mas desconfiam que não seja Anderson. 

Cunhado do guarda, Marinaldo Faques da Silva diz que a expectativa é que "ele esteja perdido em alguma mata por aí". Ele teria saído de casa ontem à noite, por volta das 20 horas, para ir até uma reunião e não retornou.

O que faz acreditar que uma das vítimas fatais não seja o guarda é a informação de que o condutor falecido é muito alto, a ponto de não ter cabido na urna funerária. Anderson seria alto, "mas não tanto". Outro fato é a desconfiança que haveria arma dentro do veículo, mas Anderson não tinha porte.

Informações ainda dão conta de que os ocupantes do veículo carbonizado faziam algazarra na rua antes da batida, o que, segundo a família, não condiz com o estilo de Anderson.

O boletim de ocorrência informa que os dois corpos ficaram "totalmente carbonizados, impossível sua identificação, não podendo saber se tratava-se de sexo feminino ou masculino". 

O mesmo documento diz ainda que a irmã de Anderson, Sônia Lira foi até a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, "não podendo informar com precisão se era ou não seu irmão quem estaria dirigindo o veículo".

Inicialmente cogitou-se que Anderson e sua esposa fossem as vítimas fatais, mas a mulher do guarda está viva, atrás de informações do marido e na expectativa do reconhecimento do corpo.   

 
  • Valdenir Rezende / Correio do Estado
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  • Divulgação/WhatsApp
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