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Três deputados de MS querem investigar Moro e Dallagnol

Eles fazem parte do grupo de 175 parlamentares

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Três deputados da bancada federal de Mato Grosso do Sul integram a lista de parlamentares que assinaram a favor da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na Operação Lava Jato. Dentre eles estão Fábio Trad (PSD), Dagoberto Nogueira (PDT) e Vander Loubet (PT). A lista tem quatro assinaturas a mais do que o necessário e o requerimento deve ser lido em plenário para que a CPI seja criada.

As investigações serão sobre a violação dos princípios constitucionais e do Estado Democrático de Direito, em razão da suposta articulação entre os membros da Procuradoria da República no Paraná e o então juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, tornada pública pelo site The Intercept, no mês de junho deste ano.

O requerimento já conta com 175 assinaturas que foram validadas nesta última quinta-feira (12) pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. 

De acordo com a autora da proposta, a deputada Jandira Feghali (PCdoB), declarou que quer mais esclarecimentos sobre os diálogos do juiz Sérgio Moro, que agora é ministro da Justiça e Segurança Pública e do procurador Deltan Dallagnol, chefe da Força-Tarefa da Lava Jato.

A deputada disse ainda que o que está em questionamento é a “grande cumplicidade do Moro, do Deltan Dallagnol e da sua equipe de procuradores. Essa promiscuidade denunciada precisa ter resposta”, disse a parlamentar. 

Um dos oito deputados da bancada federal de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad,  disse que a motivação para fazer parte da lista dos que assinaram em favor da criação da CPI é porque o Ministério Público e a magistratura não pode ficar maculados pela suspeita de alguns de seus membros agirem de maneira ilegal, “contaminando a imagem de ambas as instituições”. “Vejo nitidamente má vontade de outras instituições para investigar de forma isenta os fatos”, reforçou o parlamentar.

Trad acrescentou ainda que acredita que todo o país quer saber se o conteúdo vazado foi ou não editado e se ele é ou não verídico. “Defendo cabal e isenta investigação dos fatos para que se elucide definitivamente a dúvida sobre se o devido processo legal foi ou não respeitado pelas autoridades”, reforçou.

Outro deputado de MS que também assinou a lista foi o petista Vander Loubet, ele é réu na Operação Lava Jato por suposto envolvimento de propina de R$ 1 milhão em empresa.

A série de matérias com o conteúdo do vazamento das supostas mensagens trocadas entre Moro e os procuradores ficou conhecida como “Vaza Jato”. 

Deixe seu comentario e marque aquela pessoa que ficaria indignado com essa atitude. 

 

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Mulher vive terror após ex-namorado invadir sua casa e sequestrá-la em Dourados

O suspeito cometeu o crime, pois suspeitava de traição quando estavam juntos

15/04/2026 09h30

O suspeito deixou a vítima na casa da sua tia e fugiu do local

O suspeito deixou a vítima na casa da sua tia e fugiu do local Osvaldo Duarte/ Dourados News

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Na tarde desta terça-feira (14), a Guarda Municipal de Dourados (GMD) deslocou até o bairro Residencial Bonanza para averiguar uma situação onde uma mãe relatou que recebeu ligação da sua filha pedindo socorro, pois seu ex-namorado estaria dentro da sua casa. O rapaz foi identificado como Giovane Henrique Rodrigues Matozo 

A mãe disse que quando chegou na sua casa, o suspeito já havia deixado o local levando a sua filha. A denunciante tentou lgiar para a vítima, que não atendeu, mas em um determinado momento, teve uma resposta por mensagem do WhatsApp dizendo: " OII MÃE", às 08:42 e não obteve mais contato.

Às 10 horas a guarnição recebeu uma mensagem da mãe da vítima informando o endereço onde sua filha estaria pedindo socorro e ajuda novamente. A equipe deslocou até o bairro Dioclecio Artuzi, na Rua Professor Ronaldo, onde encontrou a mulher acompanhada tia de Geovane. 

Invasão e sequestro

De acordo com a ocorrência registrada pelos policiais, a vítima relatou que, no momento da invasão, estava sozinha, dormindo em seu quarto por volta das 8h, quando acordou ao ouvir o portão abrindo e do lado de fora estava seu ex-namorado chamando por seu nome.

Como a vítima não respondeu ao chamado, o homem começou a forçar as janelas da casa para abrir, conseguindo abrir a do quarto da vítima. Após isso, a mulher conseguiu se trancar no banheiro e pedir socorro por telefone para sua mãe. 

O acusado arrombou a porta do banheiro e retirou de suas mãos o celular. Em seguida, arrastou a mulher para fora da casa. Em todo momento o autor dizia "agora você vai junto comigo", conseguindo jogar a vítima para dentro do carro, com roupas íntimas que estava dormindo e sair do local. 

Segundo relatos da vítima, Geovane dirigiu pela BR-463 sentido oeste/leste até ao bairro Greenvile, próximo a uma mata e pediu para ela descer do veículo. Os dois permaneceram neste local por aproximadamente 40 minutos, onde o homem acusava a mulher de traição e não aceitava o fim do relacionamento que ocorreu há uns 15 dias depois de uma discussão. 

Geovane vasculhava o celular da vítima procurando mensagens ou indícios de traição. Também foi neste momento que o autor mandou mensagem para a mãe da vítima, se passando como a filha. 

Segundo a vítima, na área de mata, o acusado tentou enforcá-la pressionando sua cabeça contra o encosto do banco do veículo, causando lesões no pescoço e cabeça lado direito. Ela disse que no momento que estava com o acusado, pensou que iria ser morta, pois ele estava muito agressivo e violento. 

Após GEOVANE receber uma ligação de sua irmã, ele saiu com a vítima do local e deixou-a na casa da tia dele, onde a mulher foi encontrada pelas autoridades. 

O acusado deixou a vítima, sem roupas apropriadas, em frente a residência e fugiu. Diante dos fatos e relatos, a vítima foi conduzida pela equipe da GMD até a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), com lesões nos dois lados do pescoço e no lado direito da cabeça.

A mulher solicitou medidas protetivas de urgência para se manter sem nenhum tipo de contato e aproximação com autor.

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MATO GROSSO DO SUL

Operação revela uso de empresas de fachada em esquema milionário

Ação cumpre dezenas de mandados em MS, MG e SP e investiga esquema de tráfico, lavagem de dinheiro e uso de empresas de fachada

15/04/2026 09h10

Operação cumpre mandados em MS e outros estados e mira esquema milionário de tráfico e lavagem de dinheiro

Operação cumpre mandados em MS e outros estados e mira esquema milionário de tráfico e lavagem de dinheiro Arquivo/ Polícia Federal

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Uma operação deflagrada nesta quarta-feira (15) contra o crime organizado cumpre dezenas de mandados judiciais e bloqueia cerca de R$ 61 milhões em bens ligados a um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que atuava em diferentes regiões do país.

A ação ocorre simultaneamente em municípios de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, Dourados, Ribas do Rio Pardo e Vista Alegre, além de cidades mineiras e da capital paulista.

Ao todo, são cumpridos 22 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 39 de busca e apreensão, além do sequestro de patrimônio atribuído aos investigados.

As investigações tiveram início em abril de 2025, após a apreensão de aproximadamente 1,1 tonelada de maconha em Minas Gerais. A partir daí, o avanço das diligências levou à identificação de uma estrutura criminosa mais ampla, resultando na apreensão de quase 6 toneladas da droga ao longo do período investigado.

De acordo com as autoridades, o grupo é suspeito de atuar de forma organizada no tráfico interestadual de entorpecentes, além de utilizar estratégias para ocultar a origem ilícita do dinheiro obtido com a atividade criminosa.

Entre os métodos identificados estão o uso de empresas de fachada e a utilização de terceiros para movimentação financeira, prática que caracteriza lavagem de dinheiro.

A operação é coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG), sob liderança da Polícia Federal, e conta com a participação de forças de segurança estaduais e federais.

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