Campo Grande - MS, sexta, 17 de agosto de 2018

Distritos

Subprefeituras não passam de “cabide de emprego”

Sem melhorias em Anhanduí e Rochedo, população questiona modelo e pede saída de “ouvidores”

18 SET 2017Por Jones Mário05h:00

Retomadas este ano, as subprefeituras de Anhanduí e Rochedinho não solucionaram o isolamento destes distritos perante Campo Grande. É o que alega quem mora lá. Descontente com os serviços públicos prestados e a falta de diálogo, parte da população aponta que os cargos são apenas figurativos e aparentemente, não passam de uma forma de empregar coorrelegionários políticos do prefeito Marcos Trad (PSD). Habitantes disseram também que os subprefeitos são vistos com pouca frequência nas divisões que comandam. 

Habitualmente adotadas pelos gestores de Campo Grande, as subprefeituras foram resgatadas ppelo prefeito de Campo Grande com a sanção da lei 5.793/2017. O educador Ernesto Francisco dos Santos, conhecido como Professor Ernesto, foi nomeado para assumir Anhanduí. Já o ex-assessor parlamentar de Trad, Silvio Alexandre Ferreira, apelidado como Silvio Santos, foi designado para comandar Rochedinho. 

Professor Ernesto e Silvio Santos recebem salário de R$ 8.415,92 por mês pelo exercício dos cargos. Os dois foram candidatos a vereador por Campo Grande nas eleições de 2016, pela mesma coligação de Marcos Trad. O agora subprefeito de Anhanduí recebeu 363 votos, enquanto o subprefeito de Rochedinho computou 549 votos.

Reportagem completa está na edição de hoje do Correio do Estado

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