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Ação civil Pública

Sem dinheiro para ponto, prefeito
da Capital quer sugestão do MPE

Ministério Público deve indicar o que a prefeitura deve cortar

7 JUN 17 - 06h:00DA REDAÇÃO

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), disse ontem, durante sessão na Câmara Municipal, que vai abrir ao Ministério Público Estadual (MPE) as contas da administração para mostrar a impossibilidade de instalar relógios de ponto nas unidades de saúde da Capital.

O município precisaria de R$ 780 mil para a implantação dos equipamentos e o MPE acionou a Justiça para que a gestão municipal seja obrigada a colocar as máquinas em funcionamento.

Hoje, o controle de frequência dos servidores em saúde é feito por meio de folha de ponto, assinada pelos funcionários, e que não dá nenhuma garantia da efetiva presença do profissional.

Na penúltima semana de maio, o Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública contra a prefeitura, pedindo que o município seja condenado a instalar o controle eletrônico biométrico de frequência e pontualidade para todos os serviços públicos que trabalhem nas unidades de saúde municipais.

O pedido foi feito pela promotora de justiça Filomena Aparecida Depólito Fluminhan, titular da 32ª Promotoria de Justiça e Saúde Pública.

*Leia reportagem, de Lucia Morel, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
 

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