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Em condomínio

Procurador-geral vai investigar humilhação feita por promotora contra trabalhadora

Promotoria teria humilhado agente de portaria para entrar em condomínio da Capital

31 AGO 15 - 11h:00ALINY MARY DIAS

O caso de uma promotora de Justiça que humilhou uma agente de portaria para entrar no condomínio Villas Damha, no bairro Tiradentes em Campo Grande, será apurado pela corregedoria do Ministério Público Estadual (MPE). A humilhação teria ocorrido no último dia 15 e chegou ao conhecimento do órgão na sexta-feira (28), depois de denúncia da própria vítima.

De acordo com a assessoria de imprensa do MPE, o caso corre sob sigilo porque envolve promotora e já foi encaminhado ao Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público, Humberto Brittes. A corregedoria do órgão também vai apurar a situação.

Em buscas no dite do órgão, a reportagem apurou que a promotora apontada pela vítima como autora das humilhações, Juliana Martins Zaupa, atua na promotoria de Ivinhema, cidade distante 297 quilômetros da Capital. Ela já atuou em promotorias da Capital e também do Estado do Paraná.

Mais detalhes sobre a atuação da promotora não foram repassados pela comunicação do MPE.

O CASO

No depoimento prestado ao MPE pela vítima que atua desde 2012 como agente de portaria no condomínio, ela relata que a promotora chegou na portaria com o marido por volta das 18 horas do dia 15 de agosto.

Em cumprimento à norma do local, a trabalhadora pediu a carteira de habilitação aos dois, o homem disse que não estava com a carteira e esse foi o “gatilho” para explosão de raiva da promotora.

A mulher começou a humilhar a agente de portaria dizendo que “não sabiam com quem estavam mexendo” e uma série de xingamentos.

Assustada com a situação, a agente e outro colega de trabalho entraram em contato com a moradora do condomínio que o casal visitaria. A mulher pediu desculpas pelo transtorno e afirmou que atitudes parecidas da promotora já haviam sido registradas, inclusive na entrada de uma boate. O caso foi registrado na Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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