quarta, 18 de julho de 2018

greve dos professores

Prefeitura propõe resolver impasse sobre reajuste de professores na Justiça

Condicionante para elaboração de petição é encerramento da greve, que dura 2 meses

7 AGO 2015Por Glaucea Vaccari e Gildo Tavares20h:20

O impasse entre os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) e a Prefeitura de Campo Grande sobre o reajuste salarial da categoria pode ser resolvido na Justiça. Em reunião na noite desta sexta-feira (7), a prefeitura propôs fazer uma petição conjunta entre o jurídico da Administração Municipal e do Sindicato Campo-Grandense dos Professores (ACP).

Conforme a proposta, a petição seria encaminhada para o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) julgar qual será e como será feito o reajuste. Porém, a condicionante para que seja feito o documento é de que a categoria encerre a greve, caso contrário, as negociações voltam a "estaca zero".

Os professores devem fazer uma nova assembleia na segunda-feira (10) para decidir se retomam as aulas ou mantêm o movimento.

FLEXIBILIZAÇÃO

Em assembleia nesta sexta-feira, os professores rejeitaram alternativa proposta pela Prefeitura de aumento de 8% no valor do cartão alimentação de cada professor por 90 dias, prazo necessário para tentar alcançar o limite prudencial e negociar o reajuste de 13,01%.

A categoria decidiu tentar negociar uma flexibilização maior para que a prefeitura pagasse o reajuste de 13,01% que irá integralizar o salário ao piso nacional. A greve da categoria completou dois meses nesta sexta. 

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