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infraestrutura

Prefeitura 'estica' contratos
de manutenção há cinco anos

Vigentes desde 2012, serviços em vias sem pavimentação vão até este ano

20 JUN 17 - 05h:00DA REDAÇÃO

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) ainda recorre a contratos assinados em 2012 para executar os serviços de manutenção de vias de Campo Grande. Estes não se restringem apenas ao tapa-buraco, mas também aos cuidados com as vias não pavimentadas.  O problema é que o prazo limite de 60 meses para prorrogação dos contratos vence neste ano. 

Na edição de ontem do Diário Oficial do município, foi publicado o nono termo aditivo com a empresa Selco Engenharia. O documento prevê a readequação dos quantitativos, mantendo o valor contratual de R$ 5.348.273,20 para execução de obras de manutenção de estradas não pavimentadas, consistindo na execução de serviços de limpeza e revestimento primário na CG 140, 180, 160 (Estrada Boiadeira) e ramais, na Capital. 

O contrato original é de 2012 e o serviço só poderá ser executado até outubro, quando vence o prazo limite para aditivos. Daí em diante, a administração municipal terá de abrir nova licitação para manter as boas condições dessas estradas.

Até 2015, a prefeitura mantinha R$ 63 milhões em contratos para manutenção e revestimento primário de vias não pavimentadas.

Na ocasião, havia sete contratos em valores anuais superiores a R$ 4 milhões, para limpeza e correção do piso das estradas.

As empreiteiras Anfer, Locapavi, Mineração CGR, Santa Cruz, Selco, Proteco e LD estavam entre as prestadoras de serviço. Em valores, o maior contrato era firmado com a LD, para manter as ruas Jardim Marajoara e Paulo Coelho Machado, de R$ 5,8 milhões.

*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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