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Campo Grande - MS, sexta, 16 de novembro de 2018

MORTE A ESCLARECER

Polícia aguarda laudo pericial e prepara oitiva de familiares de esteticista

Resultados dos exames apontarão causas da morte, diz delegado

1 JUN 2017Por MARIANE CHIANEZI18h:11

Morte da esteticista e fisiculturista Francislaine Aretusa de Souza, de 40 anos, segue em investigação pela 5ª Delegacia de Polícia Civil. Familiares da vítima serão ouvido para esclarecer dúvidas sobre o procedimento que ela se submetia.

Conforme o delegado João Reis Belo, laudo pericial também está sendo aguardado para dar seguimento na apuração da morte da mulher.

“Ainda não podemos afirmar nada, pois aí seria especulação. Mas já para a próxima semana pessoas da família prestarão depoimento para informar quais substâncias ela possivelmente usava (no corpo)”, comentou o delegado ao Portal Correio do Estado.

Laudo da perícia leva em média 30 dias para ficar pronto, entretanto, ainda de acordo com Reis Belo, polícia solicitou um parecer ainda mais detalhado. Por conta disso, o laudo deverá demorar mais tempo para ser concluído. Será apurado se o tratamento estético que ela fazia teria relação com a morte.

CARBOXITERAPIA

Boletim de ocorrência registrado pelo irmão da vítima informou que Francislaine fazia “autoaplicações no corpo”. Amigos da profissional relatam que, na verdade, ela realizava procedimentos de carboxiterapia, que nada mais é do que um tratamento contra estrias, celulite e gordura localizada.

Este tratamento consiste na aplicação de injeções de gás carbônico sob a pele para eliminar marcas de celulite, estrias, gordura localizada e também flacidez, segundo o portal Tua Saúde.

Há registro que esse tipo de tratamento teve início em 1932, na França, em pacientes que sofriam de arteriopatias periféricas (distúrbios que comprometem o fluxo sanguíneo para os membros) por justamente atuar na regeneração dos tecidos e melhorar a circulação sanguínea.

CASO

Irmão de Francislaine relatou para a polícia que a esteticista estava em casa, na Rua do Carneiro, Vila Nhanhá, em Campo Grande, quando começou a passar mal na tarde de domingo (28). A mãe pediu ajuda ao filho que resolveu não esperar o socorro e levou a irmã, por meios próprios, até a Santa Casa.

A esteticista chegou no hospital com parada cardiorrespiratória e sem pulso. Ela foi submetida a manobra de reanimação durante 30 minutos, inclusive com uso de adrenalina, mas não resistiu e morreu às 17h10.

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