Campo Grande - MS, quarta, 15 de agosto de 2018

assassinato

Perícia identifica que motociclista na Capital foi executado com ao menos 3 tiros

Vítima tinha 55 anos e ex-mulher chorou muito ao reconhecer o corpo

13 OUT 2017Por RODOLFO CÉSAR E BÁRBARA CAVALCANTI17h:08

Perícia feita no local da execução ocorrida em Campo Grande, na Avenida Ministiro João Arinos, perto de uma delegacia da Polícia Civil, identificou que José Aparecido Rodrigues Carvalho, de 55 anos, morreu após ser atingido por ao menos três disparos.

A perita que atendeu o local do assassinato verificou que dois disparos atingiram as costas da vítima, enquanto outro foi na nuca. Uma das balas aparentemente ficou alojada na cabeça de José Aparecido, que fazia o sentido saída para Três Lagoas-Centro na Avenida Ministro João Arinos. Ele estava em uma Honda Biz vermelha.

Por conta do projétil que ficou alojado na cabeça do motociclista, necrópsia vai tentar retirar essa cápsula e, assim, será possível identificar qual foi o calibre utilizado pelos assassinos.

Em um primeiro momento, testemunha chegou a relatar para policiais que um carro branco ficou lado a lado com o motociclista e um disparo foi realizado. Depois de averiguação, constatou-se que foram dados mais tiros.

Quem teria disparo seria um passageiro do veículo. Não houve confirmação se mais de duas pessoas estavam no carro. Logo depois do crime, os bandidos fugiram e ainda não há pistas dos suspeitos.

 A primeira equipe a chegar no local foi um grupo da Delegacia Especializada contra Roubo a Banco, Assaltos e Sequestro (Garras). A unidade desse grupo fica próxima de onde houve a execução. 

A delegada Priscilla Anuda, lotada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, ficou responsável pelas primeiras apurações sobre o crime e é quem vai registrar o boletim de ocorrência. O inquérito deve ser conduzido por equipe da 3ª Delegacia de Polícia.

Uma mulher, que se identificou como ex-esposa de José Aparecido, esteve no local. Quando fez a identificação do corpo, ela começou a chorar muito e precisou ser retirada.

"A gente não sabe o calibre da arma, mas tem um projétil alojado na nuca e depois da necrópsia será possível fazer essa identificação. Ainda não sabemos o motivo para esse crime", explicou a delegada Priscilla Anuda.

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