Campo Grande - MS, domingo, 19 de agosto de 2018

TRÂNSITO

Para diminuir atropelamento de animais, placas serão instaladas

Além de placas informativas, redutores de velocidade começaram a ser instalados

26 SET 2017Por Izabela Jornada16h:52

Placas informativas e educativas, além de redutores de velocidade começaram a ser instalados, nesta terça-feira (26), em Campo Grande, nos locais de maior incidência de atropelamento de quatis e capivaras.

A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério Público Estadual (MPE) e Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran). 

Os locais com maior frequência de atropelamentos são nas proximidades dos parques lineares, Parque Sóter, Parque das Nações Indígenas e Lago do Amor.

A Agetran é parceira do MPE no projeto Quapivara, criado para reforçar a missão ecológica e, principalmente, para promover a sustentabilidade da cidade, e combater a falta de urbanidade e respeito no trânsito.

Em reunião ordinária realizada no dia 4 de agosto, entre representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), gestores do Parque das Nações Indígenas, Polícia Ambiental e Agetran, a procuradora de Justiça, Marigô Regina Bittar Bezerra, explicou que havia solicitado, por meio de ofícios, a instalação de placas informativas e educativas e redutores de velocidade nos locais com maior frequência de atropelamentos.

Na ocasião, o diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno, informou que tomaria providências quanto à sinalização, com placas de advertência educativa e redutores de velocidade, que seriam implantadas nos locais com maior ocorrência de atropelamentos, além da educação ambiental desenvolvido pelo órgão.

Quapivara

A Capital é famosa por ter animais silvestres transitando em ruas e avenidas, porém atropelar animais, além de causar impacto negativo socioambiental, pode causar acidentes graves aos motoristas. 

Com o intuito de proteger os animais e também os motoristas, o projeto Quapivara foi criado para reforçar a missão ecológica e, principalmente, promover a sustentabilidade da cidade e combater a falta de urbanidade e respeito no trânsito.

O nome Quapivara remete aos quatis e capivaras, animais silvestres que convivem com a população de Campo Grande, em regiões habitadas e de tráfego, e que por isto estão sujeitos a atropelamentos.

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