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Campo Grande - MS, quarta, 14 de novembro de 2018

caso adriano

Outro perito obrigado a entregar
celular e chip para perícia

Juiz quer saber quem plantou prova no carro da vítima

19 JUL 2017Por DA REDAÇÃO05h:30

O juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, que conduz o processo sobre o assassinato do empresário Adriano Correia do Nascimento pelo policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, determinou, ontem, que o perito criminal Domingos Sávio Ribas também entregue o seu celular e chip para exame pericial. Medida semelhante já havia sido ordenada à perita criminal Karina Rébulla Laitart.

Os dois servidores da Coordenadoria-Geral de Perícias estão no meio de uma polêmica sobre a plantação de prova no carro da vítima, atitude que, teoricamente, beneficiaria o policial, que alega ter agido em legítima defesa.

Em decisão proferida no início do mês, o magistrado havia acolhido requerimento do Ministério Público Estadual e determinado a quebra de sigilo de dados telefônicos e, consequentemente, a realização de exame pericial no aparelho celular de Karina Laitart, para transcrição de mensagens de texto (referentes ao aplicativo WhatsApp), a fim de buscar eventuais conversas relacionadas ao processo.

A defesa do policial, porém, alegou que era preciso que o conteúdo do celular da perita fosse confrontado com o conteúdo existente no celular de Domingos Ribas.

*Leia reportagem, de Thiago Gomes e Renan Nucci, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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