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Operação

MPE pretende pedir à Justiça prisão de Olarte, vereadores
e empresários

Possíveis pedidos serão desdobramentos da Operação Lama Asfáltica e Coffee Break

28 AGO 15 - 11h:03ALINY MARY DIAS E ADILSON TRINDADE

Os desdobramentos da Operação Lama Asfáltica, que motivaram segunda ação do Grupo de Atuação e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), a Coffee Break, na última terça-feira (25), podem resultar em pedidos de prisão. A informação foi confirmada pelo procurador-geral do Ministério Público Estadual (MPE), Humberto Brittes.

Os pedidos devem ser feitos contra vereadores, empresários e o próprio ex-prefeito Gilmar Olarte (PP). Eles fazem parte do grupo de 13 pessoas levadas via mandado de condução coercitiva para prestar depoimento no Gaeco.

Entre eles estão os veredores Mario Cesar (PMDB), Edi Albuquerque (PMDB), Airton Saraiva (DEM), Waldecy Batista (PP), Gilmar da Cruz (PRB), Carlão (PSB), Edson Shimabukuro (PTB), Paulo Siufi (PMDB), Jamal Salém e o ex-vereador Alceu Bueno.

Constam ainda na lista os empresários João Amorim, João Baird, Fabio Portela Machinsky e o ex-prefeito Gilmar Olarte.

De acordo com o procurador , “as provas são contundentes”.

OPERAÇÃO

De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram em 2013 e apontaram existência de esquema de superfaturamento de obras “mediante prática de corrupção de servidores públicos e fraudes a licitações, ocasionando desvios de recursos públicos”.

Isso acontecia porque, segundo as investigações, os editais de licitações eram direcionados para que determinadas empresas ganhassem. Ao todo, são três obras investigadas na operação: Aterro sanitário de Campo Grande – vencido pela Solurb e a pavimentação da rodovia MS-430 (inaugurada ano passado, ela liga Rio Negro a São Gabriel do Oeste) e Avenida Lúdio Coelho, na Capital.

Ainda conforme a investigação, foram identificadas “vultuosas doações” de campanhas à candidatura de um dos principais envolvidos. Segundo apurou a reportagem, trata-se do ex-diretor da Agência Estadual de Gestão e Empreendimentos (Agesul), Edson Giroto.

A sede da Secretaria de Infraestrutura do Governo (Seinfra) também foi alvo dos mandados de busca. Além das buscas, a PF também cumpriu quatro ordens de afastamento de servidores estaduais.

As fraudes em licitações causaram rombo de R$ 11 milhões nos cofres públicos.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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