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Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

Coronel Antonino

'Movimentação grande' chama atenção
em bairro e polícia prende suspeito

Papelotes de pasta base de cocaína foram apreendidos

23 AGO 2017Por MARIANE CHIANEZI16h:46

Bruno Ramos de Souza, de 20 anos, conhecido como “Sid”, foi preso ontem (22), suspeito de ser traficante que agia há mais de um mês no Bairro Coronel Antonino, em Campo Grande. Foram apreendidos 57 papelotes de pasta base de cocaína com o rapaz.

Conforme delegado da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), Rodrigo Yassaka, após denúncias, polícia se deslocou até a Rua das Vilas, onde grande movimentação de pessoas chamava a atenção de moradores. A circulação era intensa tanto de dia como à noite.

Depois de monitoramento, investigadores perceberam que um jovem entrou em uma das casas naquele endereço e logo na sequência saiu. O usuário foi abordado e com ele foi flagrado três papelotes de pasta base.

Aos policiais, o rapaz disse que era usuário e comprava drogas no local há cerca de 30 dias. Ele também relatou que já tinha comprado droga naquele local em três oportunidades e o traficante chama-se "Sid".

Investigadores foram até o local e identificaram que casa onde se fazia o tráfico não havia moradores. Logo depois, foi identificado que Bruno de Souza utilizava o local para o comércio ilegal. Ele mora na mesma rua, mas em outra casa.

No ponto de tráfico havia cinco papelotes de pasta base escondidos em um cano.

Os investigadores da Denar fizeram vistoria na casa onde o suspeito mora e mais 52 papelotes da droga estavam no quarto dele. No total, o entorpecente pesou 32 gramas.

A Polícia Civil ponderou que apesar da pouca quantidade apreendida, o comércio ilegal configura o crime de tráfico. A venda dos 52 papelotes está avaliada em mais de R$ 500.

"A quantidade pode parecer pouca, mas se ele conseguisse vender essa droga in natura, ele conseguiria até R$ 400. Vendida em papelote,s do jeito que ele preparou, (seria) aproximadamente R$ 550 de lucro para ele” explicou o delegado Yassaka.

 
  • Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado
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