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Campo Grande - MS, quarta, 21 de novembro de 2018

meio ambiente

Lixões ameaçam córregos
que cortam Campo Grande

Três leitos d’água visitados pela reportagem têm plásticos e muito entulho

5 JUN 2017Por DA REDAÇÃO05h:00

Apesar de o entorno de rios, lagos e outros leitos d’água ser, por lei, considerado área de preservação permanente (APP), não é de fato o que se vê em Campo Grande, onde é bem comum encontrar lixo e entulho às margens dos 33 córregos que cortam a Capital.

O que começa, muitas vezes, com um mero saco plástico, torna-se, ao longo do tempo,  verdadeiro lixão, seja em locais mais afastados do perímetro urbano ou não. Em ambos os casos, a situação coloca em risco a vida ali existente.

Água e vegetação ciliar ainda tentam se sobressair próximo ao Polo Industrial Oeste, que passou a ser considerado área pública em 2004.

No entanto, mesmo sendo local de cuidado da prefeitura, as margens do Córrego Imbirussu, próximo à Vila Romana, já se transformaram em local de deposição de inúmeros tipos de entulho e restos.

A área que devia ser preservada fica ao fundo das indústrias, porém, as evidências apontam outro responsável pela grande quantidade de lixo depositada no local. 

O desafio de evitar essa poluição está nas mãos do Ministério Público Estadual (MPE) e da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Atendimento ao Turistas (Descat), que investigam a situação, porém, a passos lentos.

*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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