Campo Grande - MS, terça, 21 de agosto de 2018

Violência urbana

Homem é assassinado em
via pública no bairro Guanandi

Testemunhas informaram que dois homens participaram do crime

14 OUT 2017Por ALINE OLIVEIRA E VALDENIR REZENDE08h:50

Kaique Lima Chaparro, 20 anos, foi assassinado em frente a esposa e uma amiga, enquanto comiam açaí, na Rua Barra Mansa, bairro Guanandi. 

O crime aconteceu por volta das 19h30 desta sexta-feira (13). Dois homens, um conduzindo uma motocicleta e outro na garupa, passaram  pela via e realizaram vários disparos contra Kaique.

Segundo relato da esposa, no momento do crime o trio estava ao lado do veículo da vítima e em razão da rapidez do ocorrido não conseguiu identificar o modelo ou detalhes da moto.

Chaparro chegou a ser socorrido e encaminhado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leblon, mas, não resistiu aos ferimentos e faleceu.

O registro desta ocorrência foi feito pelo delegado Hoffman D'Ávila, que estava atendendo na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Piratininga. O b.o foi registrado como homicídio simples. 

A reportagem esteve na delegacia, mas o delegado não deu detalhes sobre o caso. Até a publicação desta matéria ninguém tinha sido preso.

MORTE NA AVENIDA

Perícia feita no local da execução ocorrida em Campo Grande, na Avenida Ministiro João Arinos, perto de uma delegacia da Polícia Civil, identificou que José Aparecido Rodrigues Carvalho, de 55 anos, morreu após ser atingido por ao menos três disparos.

A perita que atendeu o local do assassinato verificou que dois disparos atingiram as costas da vítima, enquanto outro foi na nuca. Uma das balas aparentemente ficou alojada na cabeça de José Aparecido, que fazia o sentido saída para Três Lagoas-Centro na Avenida Ministro João Arinos. Ele estava em uma Honda Biz vermelha.

A delegada Priscilla Anuda, lotada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, ficou responsável pelas primeiras apurações sobre o crime e é quem vai registrar o boletim de ocorrência. O inquérito deve ser conduzido por equipe da 3ª Delegacia de Polícia.

Uma mulher, que se identificou como ex-esposa de José Aparecido, esteve no local. Quando fez a identificação do corpo, ela começou a chorar muito e precisou ser retirada.

"A gente não sabe o calibre da arma, mas tem um projétil alojado na nuca e depois da necrópsia será possível fazer essa identificação. Ainda não sabemos o motivo para esse crime", explicou a delegada Priscilla Anuda.

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