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BÓRAX

Deputados querem
proibir kit de slimes em MS

Justificativa é de que ingrediente é tóxico

14 AGO 19 - 12h:44IZABELA JORNADA

Alegria da criançada, a fabricação caseira das famosas slimes podem estar chegando ao fim em Mato Grosso do Sul. Isso porque deputados da Assembleia Legislativa aprovaram proposta que proíbe utilização de bórax para fazer as gelecas e produtos similares. O debate ocorreu durante sessão desta quarta-feira (14).

A proposta ainda será submetida a votação em plenário, porém, a maioria dos parlamentares da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) são a favor da matéria. 

De acordo com o autor da proposta, deputado Jamilson Name (PDT), a motivação para a proibição do bórax nas slimes se deve ao alto risco de contaminação. Caso em que menina de 12 anos foi intoxicada pelo produto e acabou sendo internada em São Paulo foi mencionado.

O bórax é um dos diversos ingredientes que as crianças usam para fazerem as slimes e ele é o responsável por dar a liga na geleca. 

De acordo com toxicologistas, tanto o bórax como a água boricada, outro produto utilizado, são substâncias proibidas em qualquer produto que possa ser manuseado por crianças. O bórax, por exemplo, é vendido livremente e pode ser encontrado em papelarias e farmácias.

A Anvisa proíbe qualquer produto com bórax para crianças. A substância tóxica pode entrar no corpo pela pele ferida, pela respiração e quando entra em contato com a boca. Aos poucos, ele impregna nas paredes do esôfago, estômago e intestino.

Se a proposta for aprovada, para quem descumprir a lei, será primeiro aplicada uma advertência, para que haja a regularização da situação de infração, no prazo máximo de cinco dias. Após esse prazo, quando não ocorrer a regularização, o infrator deverá arcar com uma multa de quinhentas UFERMS, sem prejuízo de aplicação das sanções de outras naturezas já definidas em legislação específica. Se houver reincidência, a multa será aplicada em dobro.

A proposta ainda será votada em plenário e se for aprovada, seguirá para sanção do governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB). Assembleia Legislativa de São Paulo também está debatendo o assunto.

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