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Campo Grande - MS, terça, 13 de novembro de 2018

dificuldades

Bazar vai ajudar família do
garoto desaparecido Kauan Andrade

Polícia Civil ainda investiga a morte da criança e um suspeito está preso

24 AGO 2017Por RODOLFO CÉSAR16h:14

A família de Kauan Andrade, de 9 anos, garoto que a Polícia Civil investiga seu sumiço que dura desde 25 de junho e tem inquérito para apurar a possível morte dele, vai receber ajuda do Coletivo Femininista Lídia Baís. Será feito bazar no dia 7 de setembro, no Drama Bar, e todo o dinheiro arrecadado será destinado para a mãe do menino.

Serão colocados a venda roupas, sapatos e acessórios com preço único de R$ 5 a peça. Também haverá a venda de doces produzidos pelas participantes do Coletivo.

O grupo informou que a família de Kauan passa não só por trauma pelo desaparecimento, mas também enfrenta dificuldade financeira.

Para atrair o público, o coletivo divulgou que serão feitas intervenções artísticas, exposições de arte, discotecagem e roda de conversa com o tema "Mulheres e capitalismo". O objetivo do evento é também dar oportunidade para mulheres analisarem a atual situação delas no mercado de trabalho.

“Vamos abrir espaço para visibilizar o trabalho de artistas mulheres e ainda poder discutir temas importantes para nós como o mercado de trabalho, desvalorização do trabalho doméstico e materno, entre outros”, explicou a psicóloga Carlota Philippsen, uma das organizadoras do coletivo.

O Drama Bar funciona na Avenida dos Estados, nº 21, em Campo Grande. O bazar vai começar às 16h.

O Coletivo Femininista Lídia Baís é uma união que procura incentivar o fortalecimento entre mulheres e ainda tem a intenção de criar uma rede de apoio e segurança. Ele surgiu em Campo Grande por conta do alto índice de violência que as mulheres sofrem na cidade.

INVESTIGAÇÃO

A Polícia Civil apura a possível morte de Kauan Andrade Soares dos Santos, depois de ele ter sido violentado. O garoto está desaparecido desde 25 de junho. Buscas pelo corpo foram feitas em vários locais de Campo Grande, mas nada foi encontrado.

Uma das linhas de investigação aponta que ele pode ter sido esquartejado. Um suspeito de ter cometido o crime está preso. O mesmo homem, que tem 38 anos, é investigado pelo estupro de outras crianças. Um adolescente de 14 anos teria ajudado a levar Kauan para o local da violência, no bairro Coophavilla II.

Nesta sexta-feira (25), a polícia vai divulgar mais detalhes sobre o caso na Delegacia Geral.

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