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relação difícil

Aditivo por mais 30 dias garante
pagamento à Santa Casa

Falta ainda contratualização com prefeitura, mas há impasse no valor

11 MAI 17 - 04h:00NATALIA YAHN

Novo aditivo de contrato, com validade de 30 dias, será assinado entre a Santa Casa e a Prefeitura de Campo Grande. Sem a contratualização, o hospital não recebe os R$ 20 milhões mensais pagos pelos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O contrato original venceu em dezembro do ano passado e o primeiro aditivo venceu em março.

A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), parece ter recuado e dá tom mais ameno ao impasse, que se arrasta desde janeiro.

O hospital pede aumento de repasse em R$ 3,5 milhões ou que a redução em 30% da quantidade de atendimentos – por meio da restrição de pacientes não encaminhados pelos postos de saúde – seja incluída no contrato, que não foi assinado até o momento por essa razão.

O recuo acontece apenas cinco dias após o titular da Sesau, Marcelo Vilela, afirmar que a “bomba vai estourar”. Agora, a própria secretaria admite que a negociação com a Santa Casa ainda não terminou, ao contrário do que havia sido informado no dia 5 de abril, quando aparentemente ambas as partes teriam chegado a um acordo, com o congelamento das verbas em R$ 20 milhões.

Para tal, até o Ministério da Saúde foi acionado. “Está vindo um representante do Ministério da Saúde, semana que vem, para intermediar essa discussão. A Santa Casa é um ente privado e eles interpretam como iniciativa privada. E, quando você contratualiza com o SUS, existe um modelo de contratualização com o qual a Santa Casa realmente tem dificuldade de interpretação disso”, explicou Vilela. 

MÉDICOS

Sobre a negociação do reajuste salarial dos 961 médicos que atuam nas unidades de saúde, o prefeito Marcos Trad (PSD) revelou ontem, durante agenda pública, que o Sindicato dos Médicos (SinMed) exigiu a exoneração do secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, e da adjunta, Andressa De Lucca Bento – respectivamente, médico e enfermeira. 

O próprio secretário comentou o assunto. Ele acredita que o pedido do Sinmed tenha sido motivado pela atuação em reduzir a folha de pagamento e os gastos excessivos da pasta. A folha de pagamento da pasta reduziu de R$ 41 milhões para R$ 37 milhões. 

Além disso, a prefeitura quer aumentar o salário-base dos médicos de R$ 2.516,00 para R$ 6 mil, porém, com aumento da carga horária. O sindicato quer salário de R$ 4.137,00 sem a mudança nas horas.

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