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Campo Grande - MS, quinta, 15 de novembro de 2018

REGIME FECHADO

Acusados de matar e roubar Alceu Bueno condenados a mais de 20 anos de prisão

Ex-vereador foi espancado, estrangulado e teve corpo queimado

10 JUL 2017Por EDUARDO MIRANDA20h:04

Os três acusados de matar o ex-vereador Alceu Bueno para roubar o carro dele e mais R$ 600, no dia 20 de setembro de 2016, foram condenados a penas superiores a 20 anos de prisão, em regime fechado. O juiz da 6ª Vara Criminal, Waldir Peixoto Barbosa, sentenciou Elpídio César Macena do Amaral, Josian Edson Cuando Macena e Kátia de Almeida Rocha em 28 de junho último. Cabe recurso da decisão. 

Elpídio, o único a confessar em juízo a autoria do assassinato, acabou ficando com a menor pena: 20 anos de prisão pelo latrocínio (crime em que o assassinato é um meio para efetuar o roubo) e 1 ano de prisão pela destruição do cadáver do ex-vereador. Momentos depois de ter espancado e estrangulado o ex-vereador com uma bolsa, levando-o à morte, em casa no Jardim Seminário, Elpídio e os comparsas desovaram e queimaram os restos mortais de Bueno no Jardim Veraneio, atrás do Parque dos Poderes. 

Josian, irmão de Elpídio, que negou participação na execução de Alceu, mas admitiu ter participado da destruição do cadáver, recebeu pena de 22 anos de prisão, sendo 21 deles pelo latrocínio, e mais 1 pela destruição do cadáver. 

Kátia, suposta amante do ex-vereador e que serviu de isca para que ele se dirigisse à casa do Jardim Seminário onde ocorreu a execução, foi quem teve a maior pena. Ela negou todas as acusações, e acabou condenada a 21 anos de prisão pela prática do latrocínio, e a 1 ano e dois meses pela destruição do cadáver. 

O carro de Alceu Bueno foi encontrado dias depois, perto de Ponta Porã. Parcialmente incendiado. 

Elpídio encontra-se preso. Os outros dois, em liberdade, ainda não foram intimados da decisão do juiz.

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