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Caminhoneiros morrem mais que motoboys em acidentes de trânsito durante trabalho

Levantamento considerou acidentes ocorridos quanto função envolve locomoção

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Acidentes de trânsito relacionados ao trabalho já mataram 122 caminhoneiros em Mato Grosso do Sul, no período de 11 anos. Segundo levantamento divulgado hoje pelo Ministério da Saúde, os caminhoneiros são as maiores vítimas destes acidentes, na frente de motociclistas ou motoristas de outros tipos de veículos.

No estudo inédito foram considerados os acidentes ocorridos quando o trabalhador tem uma função que envolve locomoção ou quando estava indo ou voltando do local de trabalho.

Conforme o levantamento, entre os anos de 2007 e 2016, contanto todos os tipos de transportes, 457 mortes em acidentes foram registradas em Mato Grosso do Sul, sendo os caminhoneiros as vítimas em 26% dos casos.

No período, notificações de acidentes de transporte relacionados ao transporte totalizaram 3.212. Os anos de 2015 e 2016 foram os que apresentam os maiores números, com 548 e 618 notificações, respectivamente. Na comparação entre os dois últimos anos, houve redução de 50,3% nas notificações, sendo registrados 307 acidentes no ano passado, contra os 618 de 2016.

Em toda a região Centro-Oeste, foram registradas 2.433 mortes, sendo 503 de caminhoneiros e 455 de motociclistas. 

DADOS NACIONAIS

No Brasil, o estudo trouxe que, oito em cada 10 acidentes de trânsito relacionados ao trabalho foram sofridos por homens. Por faixa etária, os jovens com idades entre 18 e 29 anos foram as maiores vítimas (40,1%) e quase metade desses acidentes ocorreram nos estados da região Sudeste (47,5%). 

O estudo foi feito com dados dos Sistemas de Informação de Agravo e Notificações (Sinan) e do de Mortalidade (SIM).

quinta-feira

Confira o que abre e o que fecha no dia de Corpus Christi

Data é celebrada na quinta-feira e não é considerada feriado, sendo um ponto facultativo

03/06/2026 14h15

Comércio está autorizado a abrir

Comércio está autorizado a abrir Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Na quinta-feira, 4 de junho, é comemorado o Corpus Christi, data celebrada pela Igreja Católica e que é considerada ponto facultativo no calendário federal. Além disso, por cair em uma quinta-feira, muitos locais emendam o feriadão com a sexta-feira e o fim se semana.

Desta forma, o funcionamento de vários locais têm alteração.

Confira o que abre e o que fecha no feriado:

Supermercados

Os supermercados poderão funcionar normalmente.

Comércio

O comércio de Campo Grande está autorizado a abrir.

Bancos

As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao pública, com atendimento normal na sexta-feira (5).

Feira Central

A Feira Central irá abrir das 16h às 23h.

Mercadão

O Mercadão Municipal abrirá das 6h30 ao meio dia.

Shoppings

  • Campo Grande, Norte Sul Plaza e Bosque dos Ipês

O funcionamento dos Shoppings Campo Grande, Norte Sul Plaza e Bosque dos Ipês será normal, das 10h às 22h.

  • Pátio - o shoppingo do Centro

O Pátio - shopping do Centro, abrirá das 9h às 16h.

Saúde

Hospitais, Unidades de Pronto Atendimento, Centros Regionais de Saúde 24 horas irão funcionar em regime de plantão.

Judiciário

O Judiciário de Mato Grosso do Sul não terá expediente nos dias 4 e 5 de junho. Apenas o plantão judicial estará em funcionamento para os casos considerados urgentes.

Órgãos Públicos

Não haverá expediente nas repartições públicas municipais e estaduais nos dias 4 e 5 de junho, devido a decretos de ponto facultativo. A exceção fica por conta dos serviços considerados essenciais, como saúde e segurança, que funcionarão em escala de plantão.

Detran

Por se tratar de um órgão público, o Detran não abrirá na quinta e sexta-feira, voltando a atender na segunda-feira (8).

Lotéricas

As casas lotéricas não devem abrir na quinta-feira, pois não haverá sorteio de loterias, mas a abertura é facultativa a cada proprietário.

Correios

As agências dos Correios não abrirão no dia de Corpus Christi, voltando ao funcionamento normal na sexta-feira (5).

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limpeza de postos

Prefeitura retoma licitação de meio bilhão de reais que tem deságio histórico

Certame foi suspenso em meados de maio, depois que a primeira colocada, que havia oferecido deságio superior a 26%, foi excluída da disputa por um contrado de até R$ 549 milhões

03/06/2026 14h00

Licitação prevê contratação de empresa para fazer a limpeza de todas as unidades de saúde ligadas à prefeitura de Campo Grande

Licitação prevê contratação de empresa para fazer a limpeza de todas as unidades de saúde ligadas à prefeitura de Campo Grande

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Publicação do diário oficial da prefeitura de Campo Grande desta quarta-feira (3) retomou o andamento da licitação que prevê até R$ 549 milhões para a empresa que se vencer a disputa para a limpeza interna e externa das unidades de saúde da rede municipal de Campo Grande. 

O valor máximo estipulado no edital é de R$ 36.652.707,37 por ano. O contrato inicicial valerá por cinco anos (R$ 183 milhões), mas pode ser prorrogado por mais dez, o que deverá garantir faturamento superior a meio bilhão de reais ao vencedor. Além de oferecer trabalhadores, a empresa terá de fornecer material e equipamentos de limpeza. 

A licitação foi anunciada em fevereiro e no dia 10 de março ocorreu a disputa de preços entre cinco empresas interessadas no mega contrato. A apresentação de propostas financeiras começou às 08:12 horas da manhã e só acabou às 17:35, ou 9 horas e 23 minutos depois. Neste intervelo foram apresentadas nada menos de 814 lances, sempre para desbancar a proposta dos concorrentes. 

Ao final desta disputa sem precedentes, a empresa Produserv Serviços, que já presta serviços à prefeitura de Campo Grande há pelo menos cinco anos, ofereceu desconto de 20,6% e se ofereceu a prestar o serviço por R$ 29.097.500,00 por ano.

Mais adiante, durante negociação com o pregoeiro, o valor caiu para R$ 26.874.402,94, o que representa deságio superior a 26,6% sobre o valor inicial. A proposta garantiria à prefeitura uma economia de quase R$ 10 milhões por ano na compração com o valor que ela estava disposta a pagar. 

Na etapa de entrega da documentação, porém, a empresa foi inabilitada por não ter "Registro, Autorização ou Licença", conforme exigia o termo de referência da licitação. 

Neste termo de refeferência o vencedor foi informado de que deveria "apresentar o documento pertinente em nome da empresa licitante, expedido pelo órgão sanitário competente da esfera estadual, distrital ou municipal, em plena validade, compatível com o objeto desta licitação e em conformidade com as normas específicas de cada localidade. Caso a legislação local dispense a empresa da referida licença, a isenção deverá ser comprovada mediante certidão de dispensa ou documento equivalente. Não serão aceitos protocolos de renovação".

No dia 13 de maio, data para entrega da documentação, a Produserv alegou que "por ser tratar documento que não constava para habilitação e tão somente termo referencia informamos que estamos com dificuldade para emissão, Mas já estamos providenciando".

A resposa da Produserv, que já presta o serviço há mais de cinco anos e não tinha este documento,  foi anexada à ata da licitação às 11 horas e 43 minutos. Mas, 20 minutos depois o pregoeiro informou que ela estava inabilitada. 

Inicialmente a empresa pediu 48 horas de prazo para conseguir o documento, mas o prazo foi negado e dois minutos depois de admitir a dificuldade em conseguir o Registro, o pregoeiro  convocou o segundo colocado no certame, a Uniserve Comércio e Serviços Terceirizados

Esta empresa havia apresentado, no dia 10 de março, proposta de preço de apenas R$ 500 reais a menos que o primeiro colocado. A Uniserve tem sede em Brasília e abriu filial em Campo Grande, nas não há registro de que preste serviços à administração municipal.

No dia 13 de maio o certame acabou sendo suspenso e agora foi fixada a data de 9 de junho para que a segunda colocada apresente a documentação e oficialize sua proposta de preço. 

No termo de referência a prefeitura deixou claro que havia urgência para a realização do certame. "Ressalta-se que o atual Contrato nº 83/2020 terá sua vigência máxima encerrada em 01/04/2026. Diante do imperativo temporal e da natureza ininterrupta dos serviços de saúde, torna-se urgente a conclusão do novo processo licitatório para evitar lacunas contratuais que gerariam riscos imediatos à operação de toda a Rede Municipal de Saúde", diz trecho do documento oficial. 

Além disso, alegou que precisa terceirizar o serviço por conta da falta de servidores próprios. "A necessidade da contratação decorre, adicionalmente, da inexistência de servidores efetivos em quantidade e especialidade técnica suficientes na estrutura administrativa para a execução direta dessas atividades operacionais. A terceirização, neste caso, apresenta-se como a solução que garante a eficiência e a especialização exigida pelo ambiente hospitalar, conforme as diretrizes da Lei nº 14.133/2021". justifica a administrção

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