UM DIA DE FÚRIA

'Bravão' perde cabeça com demora em UPA e quebra porta

Suposta demora fez marido de paciente 'tocar o terror'
24/06/2019 11:15 - RAFAEL RIBEIRO


 

Paciência não é o forte de um homem de 45 anos que perdeu a cabeça com a suposta dmeora em ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento do bairro Coronel Antonino, na região norte de Campo Grande, e quebrou uma porta de vidro no local ao arremessar uma cadeira.

O caso aconteceu na tarde de domingo (23). Segundo a Prefeitura, a unidade estava com dois médicos fazendo o atendimento, apesar da alta demanda todos estavam sendo atendidos dentro do tempo protocolar. 

A informação da gerência é de que um paciente que estaria aguardando teria ido pedir informação a um servidor administrativo (atendente) que estava na recepção, momento em que uma mulher que também aguardava atendimento se levantou e rependinamente teria desferido um soco no rosto do servidor. 

Assustado, o servidor entrou em uma sala utilizada para digitação e fechou a porta, em seguida o acompanhante da mulher que agrediu o servidor passou a chutar e arremessou cadeiras contra a porta vindo a derruba-lá. A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram acionados. 

Por meio de nota, a secretaria disse que lamenta o ocorrido e repúdio todo e qualquer ato de violência. Como já mencionado os médicos estavam fazendo o atendimento normalmente e a mulher que atentou contra o servidor já tinha passado pela triagem e estava há menos de 1h30 aguardando por atendimento, sendo que o seu caso não era grave.

O caso foi registrado na Depac Centro.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".