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Campo Grande - MS, terça, 20 de novembro de 2018

Pronto-socorro

"Bom senso e diálogo" podem resolver problema da Santa Casa, avalia Azambuja

Hospital não recebe pacientes no pronto-socorro alegando superlotação

7 AGO 2017Por GLAUCEA VACCARI12h:04

Solução para o problema da Santa Casa de Campo Grade, que não recebe pacientes no pronto-socorro desde a noite da última quarta-feira, é o "diálogo e bom senso" entre os administradores do hospital e a Prefeitura de Campo Grande, segundo avaliação do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Em agenda na manhã de hoje, governador disse que a parte que cabe a administração estadual quanto ao hospital está sendo feita, como a parceria para finalização do Hospital do Trauma e investimentos realizados para o custeio da unidade, mas que a questão do pronto socorro diz respeito a Prefeitura.

“A prefeitura não tem um hospital municipal, então ela precisa demandar aos hospitais publicos, em especial ao pronto socorro que atende a Capital, que é a Santa Casa. Então espero que através do diálogo, de sentar na mesa e no bom senso, a gente distensione esse problema vivenciados hoje e a gente possa avançar naquilo que mais interessa a todos nós, que não pare os atendimentos a Campo Grande e Mato Grosso do Sul”, disse o governador.

PORTÕES FECHADOS

Administração da Santa fechou os portões do pronto-socorro alegando superlotação. Emergência, centro cirúrgico, pós-operatório e leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estariam operando 60% acima da capacidade.

O fechamento é válido somente para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), responsáveis por mais de 80% da demanda do hospital. O acesso de quem puder arcar com consulta particular, ou for cliente de convênios, ocorre normalmente.

Ao haver recusa no atendimento de vítimas de acidentes e outros casos de urgência, o Hospital Universitário e o Hospital Regional passaram a ficar sobrecarregados.

Na noite de sábado, dois porteiros da Santa Casa foram detidos pelo Corpo de Bombeiros, quando  militares identificaram muitos leitos vazios no local.

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