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infraestrutura

Asfalto ruim é resultado de falta de fiscalização, diz engenheiro

Especialista explica que única solução para caos em todas as ruas é recapear e recuperar drenagem

22 FEV 15 - 00h:00

A qualidade do asfalto de Campo Grande foi condenada pelo  engenheiro civil Marcos Menezes Silveira, professor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), e que explicou que o número de buracos que a cada dia aumentam na Capital são consequência de obras sem fiscalização que ocasionaram diversos problemas que só agora vieram à tona. 

Segundo Marcos, a única forma de resolver o problema é a revitalização de todas as vias da cidade, principalmente as que não possuam drenagem. O especialista ainda disse que algumas ruas e avenidas não chegam aos dez anos de vida de útil sem deteriorações crateras, antes mesmo do prazo de garantia das obras, que é de cinco anos, assegurado por lei. 

Sobre o tapa-buracos, o engenheiro explicou que não há mais como continuar com o serviço, levando em conta que o asfalto já não suporta intervenções e em vários pontos a solução é a aplicação de uma nova camada asfáltica. De acordo com o especialista, em alguns casos o serviço de tapa-buraco deve existir, mas apenas como forma paleativa para evitar o surgimento das crateras. Segundo ele, com fiscalização constante, os buracos seriam tapados de forma correta. 

A reportagem, de Rosana Moura, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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