CAPITAL

Após incêndio em transformador, parque ficará sem iluminação nesta segunda

Equipamento será trocado após fechamento do espaço
27/01/2020 18:29 - ADRIEL MATTOS


 

O Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, ficará às escuras na noite desta segunda-feira (27). Um transformador que fornece de energia elétrica para sete postes ao longo da extensão do lago pegou fogo no domingo (26).

Após o fechamento do parque, às 21h, a Energisa, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica para 74 municípios de Mato Grosso do Sul, fará a troca do equipamento a fim de solucionar o problema.

OBRAS

O parque ficou fechado por quatro meses, de junho a outubro de 2019, para obras de desassoreamento dos lagos. A medida foi anunciada depois de comoção gerada entre os mais de 2 mil frequentadores do Parque, pelo temor de que o lago desaparecesse, já que um grande banco de sedimentos se formou em um dos principais cartões postais da Capital.  O processo de desassoreamento necessitou da secagem do lago e, com isto, alguns peixes acabaram morrendo, mesmo com a transferência natural de alguns dos animais para um lago menor.

No dia 15 de janeiro, o governo lançou licitação que prevê a reforma do gabião do lago maior do parque. De acordo com a publicação da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), que cuida deste certame, o valor médio previsto pelo edital será de R$ 656.620,34, valor máximo para as propostas de empresas interessadas na concorrência. A abertura dos lances acontecerá no dia 3 de fevereiro deste ano, às 8h, na sede da agência. Essa era a licitação que faltava para que as obras no lago maior sejam concluídas.

Sobre o restante da obra, que começou com a retirada da areia que assoreava o lago, a informação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) é de que deve ter início na segunda quinzena de janeiro deste ano as obras nos decks no entorno do monumento do Cavaleiro Guaicuru, localizado no lago maior do Parque das Nações. De acordo com a secretaria, para que isso ocorra o local será novamente esgotado, o que ainda não há previsão para ser feito.

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".