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Campo Grande - MS, terça, 25 de setembro de 2018

tapa-buraco

Após chuvas diárias, prefeitura tenta correr atrás do tempo perdido com tapa-buraco

Secretário de Infraestrutura afirma que serviço não parou nenhum dia

13 JAN 2018Por LEANDRO ABREU15h:00

Após praticamente uma semana inteira sem a chuva dar trégua, o sábado (13) ensolarado deve servir para que as equipes do tapa-buraco de Campo Grande “corram atrás” do tempo perdido e do serviço que não pode ser feito nos últimos dias.

De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Rudi Fiorese, mesmo com a chuva durante toda a semana, o tapa-buraco não parou em nenhum dia, apenas diminuiu o ritmo.

“Não paramos. Sempre conseguimos trabalhar. A chuva atrapalha, mas dá para fazer um pouco. Como tem chovido principalmente no período da tarde, conseguimos fazer algumas regiões pela manhã. Então não ficou totalmente parado”, explicou o secretário.

Hoje, ainda conforme Fiorese, por ser sábado já é natural as empresas trabalharem com menos equipes do que durante os dias da semana. “No sábado temos um pouco menos. Estamos com 18 equipes nas ruas”, afirmou.

Mesmo com os trabalhos a todo vapor, tentando diminuir o prejuízo das chuvas, o secretário não quis dar um prazo para que os buracos da Capital sejam tapados e o principal problema relatado pelos motoristas resolvido.

“Com a chuva se produz menos no tapa-buraco e novos buracos se abrem também. É um serviço contínuo e que não pode parar. Não temos um prazo. Esperamos diminuir o problema. Nós trabalhamos de segunda a sábado para isso”, ressaltou.

Ainda de acordo com o secretário de Infraestrutura da Capital, a dificuldade ocasionada pelas chuvas deve se manter nessa semana que está para começar. “A previsão ainda é de muita chuva para praticamente todos os dias dessa próxima semana”, concluiu Fiorese.

A reportagem do Correio do Estado percorreu algumas regiões da Capital e encontrou diversos buracos pelas vias. Algumas crateras ocupam quase toda extensão da rua e dificultam muito a passagem dos veículos. Os motoristas precisam reduzir o máximo possível a velocidade para que não danifique o carro.

Alguns exemplos são as ruas Domingos Sávio e Taquari, no bairro Santo Antônio, e a rua Pedro Medeiros, na Vila Sobrinho.

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