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MEIO AMBIENTE

Após 13 dias, queimadas são controladas no Pantanal

ONG pediu ao MPF que investigue as causas dos incêndios na região
08/11/2019 17:49 - ADRIEL MATTOS


 

As queimadas que atingiram o Pantanal de Mato Grosso do Sul nos últimos 13 dias foram controladas na tarde desta sexta-feira (8) e as equipes foram desmobilizadas. Segundo o governo do estado, os incêndios destruíram 173,2 mil hectares.

As chuvas que caíram na região ajudaram a extinguir os focos. Cerca de 200 homens trabalharam no combate às chamas, incluindo bombeiros, funcionários do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Defesa Civil, policiais militares, militares ambientais, rodoviários federais e grupamento aéreo.

Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que não há mais nenhum foco ativo. Na quinta-feira (7), havia apenas um registro. Nos sete primeiros dias de novembro, Corumbá se tornou o município com maior número de focos, com 460 registros.

INVESTIGAÇÃO

A organização não-governamental (ONG) Ecoa - Ecologia e Ação pediu na terça-feira (5) ao Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) que investigue as causas das queimadas. No ofício, a entidade cita dados do Inpe, que apontam que 1,8 milhão de hectares foram queimados até o fim de outubro.

“Em se tratando dos eventos ocorridos nos últimos dias, a pergunta primeira que surge está relacionada à possibilidade de que ações criminosas - coordenadas ou não - tenham ocorrido, pois dentre os mais impressionantes fatos está a queima, em poucas horas, em mais de 100 quilômetros ao longo da rodovia BR-262, entre Miranda e Corumbá”, diz o texto, assinado pelo biólogo André Luiz Siqueira, diretor-presidente da Ecoa.

 

*(Colaborou Daiany Albuquerque)

Felpuda


Prefeitura de município do interior de MS recebeu recomendação do Ministério Público do Estado no sentido de exonerar servidores comissionados, livres do cartão de ponto, que são parentes de secretários da administração e de vereadores. O nepotismo se tornou um excelente “negócio” por lá, e se até o dia 6 de agosto as devidas providências não forem tomadas, medidas serão adotadas, como ação por improbidade administrativa. Tem gente que não aprende mesmo, né?