NO INTERIOR

Anão do crime mobiliza até elite da PM para sua prisão

Considerado perigoso, acusado tinha até granada em casa
25/04/2019 07:44 - RAFAEL RIBEIRO


 

Um homem com extensa ficha criminal, de 48 anos, conhecido como “Carlão Anão”, foi preso na quarta-feira (24), com um arsenal e drogas em sua casa em Aquidauana.

Na casa dele a polícia flagrou uma granada de uso restrito do Exército, armas, munições, até drogas. De acordo com a polícia, “Carlão Anão” estava há dois meses em liberdade, cumprindo regime semiaberto pelo crime de homicídio.

De acordo com informações da Polícia Militar, equipe da Força Tática cumpriu um mandado de busca na casa de Anão, localizada em um bairro da cidade. Como o homem é velho conhecido da polícia e possui extensa ficha criminal a guarnição solicitou apoio das equipes do Getam, Radiopatrulha e Polícia Civil de Anastácio, publicou o portal 'JNE'.

No local, foi encontrada uma garruncha calibre 22, espingarda também calibre 22, e munições. Os policiais também encontraram pasta base de cocaína em sacos plásticos e dentro de uma bola de borracha. No local também foi localizada uma quantia aproximada de R$ 1277 reais em cédulas, moedas e seis folhas de cheque no valor de R$ 2679,43.

Ainda durante as buscas no interior da residência foi encontrado em um dos quartos, escondido em uma cômoda de roupas, um artefato explosivo de propriedade do Exército Brasileiro. O artefato trata-se de uma granada de bocal de uso restrito, de exercício. “Carlão Anão” disse que comprou o explosivo há 15 anos.

Como procedimento padrão, as equipes policiais acionaram o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de MS, para dar apoio na ocorrência, já que o BOPE é especializado para atuar em ocorrências envolvendo bombas e explosivos, além de outros. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".