TACURU

Agricultor é feito refém por<br> criminosos armados em plena tarde

Roubo aconteceu por volta das 14h30 da terça-feira (12)
13/09/2017 10:12 - BÁRBARA CAVALCANTI


Agricultor de 37 anos foi feito refém por mais de uma hora na tarde de ontem (12), na região do município de Tacuru, região sul do estado. Os assaltantes renderam o homem na MS-295 e roubaram a caminhonete que ele dirigia.  

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 14h30min, quando o agricultor parou para descansar durante a viagem que fazia para o município de Tacuru. O relato da vítima à polícia descreve que uma Santana de cor branca parou ao lado de sua caminhonete.  

Do outro veículo teria descido um rapaz que anunciou o assalto, mostrando estar armado, e ordenando que a vítima abaixasse a cabeça. Outro assaltante conduziu o agricultor para o banco de trás do Santana, também ameaçando o refém a manter a cabeça abaixada. O primeiro criminoso fugiu com a caminhonete do agricultor.  

A vítima foi então levada para outro local, onde recebeu a ordem de continuar o trajeto a pé, acompanhado de um dos assaltantes, também armado. Depois de aproximadamente uma hora, o criminoso foi embora e o deixou sob a ordem de não sair do lugar até o começo da noite. Quando o assaltante desapareceu, o agricultor pediu ajuda.  

O agricultor diz não ter visto para onde o primeiro criminoso foi com sua caminhonete, nem o rumo que os demais tomaram.  

No console do veículo estavam seu aparelho celular, carteira e notas fiscais que foram roubados junto com a caminhonete.  

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia (DP) de Iguatemi e os criminosos terão de responder pelo crime de roubo majorado pelo emprego de arma e pelo concurso de pessoas. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".