OPERAÇÃO ACADEMIA LEGAL

Três academias são interditadas <br>por falta de alvará na Capital

Uma mulher foi autuada por exercício ilegal da profissão
16/04/2019 19:34 - GLAUCEA VACCARI


 

Três academias foram interditadas por funcionarem em situação irregular, em Campo Grande. Flagrantes aconteceram durante a operação Academia Legal, realizada pela Polícia Civil, Conselho Regional de Educação Física (Cref) e Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon), na tarde de hoje.

Na ação conjunta, foi constatado que a proprietária de uma academia localizada no bairro Guanandi, mesmo sendo formada em Educação Física, fazia instrução de musculação para cinco alunos sem ter o devido registro profissional e demais documentações exigidas por lei para a atividade. 

A mulher foi encaminhada para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo (Decon), onde foi autuada pela prática de exercício ilegal da profissão e foi liberada após assinar Termo de Compromisso para comparecimento ao Juizado Especial Criminal. 

Além da falta de registro profissional da proprietária, a academia também não tinha alvará de localização e funcionamento emitido pela prefeitura, nem alvará policial de fiscalização e controle, sendo, por este motivo, interditado o estabelecimento.

Outras duas academias, que não tiveram a localização divulgadas, também foram interditadas por se encontrarem em situação irregular. 

A operação tem sido intensificada desde o ano passado, devido ao Conselho estar recebendo várias denúncias de que pessoas não qualificadas estariam exercendo irregularmente a profissão. 

Segundo o CREF/MS, as atividades físicas devem ser ministradas por profissionais devidamente habilitados, com registro regular no Conselho, e a orientação é para que as pessoas que procuram uma academia verifiquem se o local e o instrutor ou personal trainer estão regularizados no Conselho. No site do órgão é possível consultar se o profissional é registrado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".