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Combustível

Acabando a gasolina? confira dicas para economizar enquanto os postos não se reabastecem

Especialista da ChipsAway indica atitudes que fazem o tanque render mais

EDUARDO MIRANDA, COM AGÊNCIAS

26/05/2018 - 10h03
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Durante esta greve de caminhões e desabastecimento de combustível nos postos de gasolina, é importante ficar esperto quanto ao consumo do carro. O especialista em veículos João Furlan, da ChipsAway, indica atitudes que contribuem para a economia e fazem o tanque render mais:

1-Dirigir com os pneus calibrados

Os pneus murchos, além de reduzirem suas vidas úteis e ajudar no aumento do consumo de gasolina, podem forçar o sistema de suspensão e direção do veículo. Por isso é importante conferir a pressão dos pneus todos os meses, pois geralmente se perde 0,15 bar por mês. Vale lembrar que cada automóvel tem uma calibragem ideal, ressaltando que ela precisa ser feita com os pneus frios para que o procedimento seja realizado da forma correta.

2-Não ligar o ar-condicionado no máximo

Aproveite que os dias mais quentes já foram embora e não use o ar condicionado. Embora seja uma grande tentação, o aparelho, ainda mais quando usado na máxima potência, pode influenciar de forma direta o consumo de combustível. Procure aproveitar as entradas de ar do automóvel para ventilar e em trajetos mais longos deixe o ar-condicionado desligado. Um hábito que ajuda a refrescar o espaço no carro é estacioná-lo em locais com sombra, para evitar o aquecimento interno.

3-Conduzir com os vidros fechados

Você sabia que deixar os vidros do carro abertos enquanto dirige não é a melhor forma de economizar combustível? Especialmente se estiver dirigindo em alta velocidade. Com exceção de passeios rápidos dentro da cidade, dirigir com as janelas abertas pode elevar a resistência do ar e fazer com que seu veículo consuma mais combustível. Dessa forma, o mais recomendado é deixar o carro fechado.

4-Não carregar peso em excesso

Em uma viagem mais longa, qualquer peso em demasia pode determinar um maior consumo de combustível. Portanto, ao pegar a estrada procure levar apenas o necessário, como roupas e objetos pessoais. Evite pesos em excesso e itens que não vão fazer falta durante sua viagem. Você pode, por exemplo, fazer as compras de alimentos e bebidas no seu destino. Além de ocupar menos espaço no carro, vai tornar a viagem mais prática.

5-Levar seu carro para revisão

Seu automóvel deve ser tratado como um bem precioso. Por isso é tão importante fazer a revisão no carro de acordo com as recomendações do fabricante. Muitas vezes, um detalhe simples pode estar colaborando para um consumo do combustível além do normal. Um veículo com a manutenção em dia ajuda na economia dos recursos e ainda garante a segurança de toda sua família.

6 - Olho no contagiros

Uma das formas de aferir o quanto um motorista exige do motor de seu carro é olhar o contagiros (aquele display próximo ao velocímetro, que indica o volume de rotações por minuto do motor). Cada motor tem uma especificação, mas em geral, recomenda-se não ultrapassar com frequência a casa de 2,5 mil giros. Evite acelerações desnecessárias. 
 

Cidades

Ministério da Saúde firma parceria para produzir remédio oncológico nacionalmente

A ideia é que a produção local amplie o uso da terapia no Sistema Único de Saúde, onde já é utilizada no tratamento de melanoma

27/03/2026 19h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira, 26, um termo de compromisso de transferência de tecnologia com a farmacêutica estadunidense Merck Sharp & Dohme (MSD) para viabilizar a produção nacional do medicamento oncológico pembrolizumabe (comercializado como Keytruda).

A ideia é que a produção local amplie o uso da terapia no Sistema Único de Saúde (SUS), onde já é utilizada no tratamento de melanoma. O medicamento é um tipo de imunoterapia. Ele atua reativando células de defesa do paciente, fortalecendo a resposta imunológica contra a doença.

Além da oferta no tratamento do melanoma, o uso da terapia para pacientes com câncer de mama, pulmão, esôfago e colo do útero está em análise na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

A cooperação segue o modelo de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e prevê que a MSD atue em conjunto com o Instituto Butantan.

"Essa é uma PDP que começa agora e ao longo de 10 anos o Instituto Butantan vai incorporar essa capacidade produtiva e ser capaz de produzir no Brasil um medicamento que é muito importante", destaca Fernanda De Negri, secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, em comunicado à imprensa.

Doenças negligenciadas

Durante o evento de oficialização, o governo também anunciou a criação da primeira encomenda tecnológica voltada ao combate de doenças que atingem populações vulneráveis, como hanseníase, tuberculose, doença de Chagas e leishmaniose.

Para isso, o ministério firmou um acordo de cooperação técnica (ACT) com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que vai viabilizar a iniciativa. A expectativa é que a chamada pública seja lançada ainda em 2026.

A parceria prevê apoio técnico da ABDI em etapas como definição de demandas, escuta de mercado, avaliação de riscos tecnológicos e seleção de instituições participantes, enquanto o ministério será responsável pelas decisões e diretrizes estratégicas e implementação do instrumento.

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proteção de cartão postal

Juíza manda Estado pagar mais R$ 17,8 milhões por brejo que virou piscinão

Agesul avaliou a área de 1,3 hectare em R$ R$ 5,76 milhões, mas agora decisão judicial manda pagar R$ 23,59 milhões

27/03/2026 19h00

Piscinão foi construído para conter uma das erosões que estavam assoreando o lago do Parque das Nações Indígenas

Piscinão foi construído para conter uma das erosões que estavam assoreando o lago do Parque das Nações Indígenas

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Decisão da juíza Paulinne Simões de Souza, da 1ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos de Campo Grande, publicada no diário oficial da Justiça desta sexta-feira (27), condena o Governo do Estado a pagar mais  R$ 17,83 milhões  pela área próxima ao Parque dos Poderes que foi transformada em piscinão para ajudar a conter o assoreamento do lago do Parque das Nações Indígenas, um dos principais cartões postais da Capital.

Em junho de 2021 a Agesul desapropriou uma área de 13,8 mil metros quadrados no entroncamento da Avenida do Poeta com Rua Jornalista Marcos Fernando Hugo Rodrigues (fundos do Cetremi), próximo da rotatória de acesso ao Parque dos Poderes e perto do condomínio Beirute. 

Na época, o terreno, que era um brejo, foi avaliado em R$ 5,76 milhões pelos técnicos da Agesul. O dinheiro foi depositado na conta dos proprieários do imóvel, entre eles Anagildes Caetano de Oliveira (um dos proprietários da construtora Progemix). 

Porém, eles entenderam que o valor estava abaixo daquilo que o terreno valia e recorreram à Justiça, exigindo R$ 56,8 milhões, uma vez que argumentavam que o metro quadrado naquela região, uma das mais nobres de Campo Grande, valia R$ 4,1 mil. 

Mas, a Justiça contratou uma perícia e o valor aceito pela juíza acabou ficando em R$ 23,59 milhões, o que equivale R$ 1,7 mil por metro quadrado. E, como o Estado já depositou R$ 5,70 milhões,  o Estado agora terá de pagar a diferença, da ordem de R$ 17,83 milhões, sem contabilizar as correções dos últimos quatro anos. 

Piscinão foi construído para conter uma das erosões que estavam assoreando o lago do Parque das Nações IndígenasÁrea total pertencente à Progemix tem 8,4 hecteres

Entre os argumentos utilizados pelo Governo do Estado para fixar o valor inicial está o fato de que a área desapropriada era composta por brejo (nascente do córrego Joaquim Joaquim Português). E, depois da construção do piscinão, o restante do imóvel, que tinha pouco mais de 84 mil metros quadrados, sofreu valorização porque a área de brejo encolheu e a área utilizavel do terreno aumentou. 

O imóvel desapropriado para a construção do piscinão foi comprado pela Progemix em 2014, segundo dados constantes na ação judicial em que os proprietários exigiram a majoração dos valores.  Antes, a maior parte do terreno petencia ao sindicato dos servidores municipais de Campo Grande, o Sisem.

O piscinão, que recebeu investimentos de R$ 4,7 milhões em 2022,  foi construído para conter a erosão na região da nascente do córrego Joaquim Português. A enxurrada que começava naquela região acabou levando milhares de toneladas de terra para o lago do Parque das Nações Indígenas. 

Além do piscinão, do outro lado da Avenida do Poeta (continuação da Avenida Afonso Pena)  foi instalada uma série de tutulações para escoar a água da chuva sem que ela provoque novas erosões em meio à mata do Parque dos Poderes. 

 

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