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ANIVERSÁRIO

Campo Grande faz 116 anos, veja curiosidades <BR>que viraram história

No decorrer do dia, confira matérias especiais sobre a história de Campo Grande
26/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

Campo Grande completa 116 anos nesta quarta-feira e no decorrer do dia vamos mostrar curiosidades da cidade que se tornaram parte da história, clique aqui e confira as matérias já publicadas.

“Campo Grande é uma cidade nova, praticamente sem passado. Em pouco mais de cem anos, transformou-se, de pouso à beira de um caminho em capital de um Estado”. O texto foi escrito em 1980, pelo professor e jornalista J. Barbosa Rodrigues, e publicado no livro “A História de Campo Grande”, que reuniu vários fatos e casos sobre a cidade fundada por José Antônio Pereira. Por  20 anos, Barbosa Rodrigues pesquisou em livros e revistas, com objetivo de preservar um pouco da história da cidade. 

Na época em que o livro foi lançado, a capital de Mato Grosso do Sul tinha 81 anos de criação. Desde então, as ruas mudaram seu traçado, prédios foram erguidos e o desenvolvimento  econômico fez surgir uma cidade próspera. 

Campo Grande olhou para o futuro, mas não pode esquecer seu passado. A memória de uma cidade é a identidade do seu povo;  é por isso que o Correio do Estado, anualmente, presta homenagem às pessoas que criaram e ajudaram no desenvolvimento do “Arraial de Santo Antônio de Campo Grande”.

Desde a fundação do jornal, em 1954, até agora, a data é sempre lembrada, como pode ser visto abaixo, em alguns exemplares por décadas. Neste ano, o desafio foi trazer 116 fatos curiosos e interessantes. Algumas histórias já foram contadas, mas a população se renova e as gerações podem se deparar com o novo, no encontro com o passado. Mesmo os que têm conhecimento de como a cidade foi fundada e cresceu podem descobrir casos pitorescos.  

Na produção do material,  foram descobertos detalhes históricos e personagens interessantes, como o padre armado que não queria deixar a paróquia e foi preciso até recorrer à Justiça; o moinho de farinha de trigo que, literalmente, afundou; a “maldição” que assombrou comerciantes no entorno da Praça Ary Coelho; ou o amor de uma família pela música, que embalou sessões de cinema mudo; mais recentemente, a frustração de fãs de uma banda americana, internacionalmente reconhecida, que deveria ter feito show na Capital, mas foi preterida.

  Estes são alguns exemplos que podem ser lidos nesta edição especial.  Que, nos próximos anos, a história de Campo Grande continue despertando interesse. Sempre há com o que se surpreender quando se procura.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!