COMÉRCIO VAREJISTA

Vendas do comércio varejista<br> recuam 0,1% em maio

Já a receita nominal do varejo teve variação positiva de 0,2%
12/07/2017 09:18 - G1


As vendas do comércio varejista brasileiro recuaram 0,1% em maio frente ao mês anterior na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a receita nominal do varejo teve variação positiva de 0,2%. 

Em abril, as vendas tiveram o melhor resultado para o mês em 11 anos, com avanço de 1,0% frente a março. 

Frente a maio do ano anterior, sem ajuste sazonal, o volume de vendas cresceu 2,4%, segunda taxa positiva seguida no ano nesta base de comparação. Com isso, o índice de volume do varejo acumulou queda de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. 

Nos últimos doze meses, a atividade do varejo acumula queda de 3,6% até maio. Segundo o IBGE, isso sinaliza um ritmo de queda menor desde outubro de 2016, quando houve recuo de 6,8%. 

Categorias

Na queda de maio frente a abril, quatro atividades recuaram, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%). 

Entre os quatro setores que ampliaram as vendas neste mês, destacaram-se hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); móveis e eletrodomésticos (1,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e combustíveis e lubrificantes (0,6%). 

Varejo ampliado

O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou queda de 0,7% sobre abril no volume de vendas, na série com ajuste sazonal. 

Em relação a maio de 2016, o varejo ampliado cresceu 4,5% tanto para o volume de vendas, quanto para receita nominal de vendas. Nos resultados acumulados, houve queda de 0,6% no ano e de 5,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas. 

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".