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Campo Grande - MS, quarta, 19 de dezembro de 2018

MUNDO

Trump se reúne com a
rainha Elizabeth em Windsor

13 JUL 2018Por G112h:41

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrou-se na tarde desta sexta-feira (13) com a rainha Elizabeth II, no castelo de Windsor. Ele e a primeira-dama, Melania, foram recebidos na entrada do palácio às 17h no horário local (13h em Brasília).

A monarca sorriu ao cumprimentar o chefe de estado americano, que faz a sua primeira visita oficial ao Reino Unido. O marido da rainha, o duque de Edimburgo, que se aposentou de suas funções públicas, não estava presente.

Enquanto manifestantes se reúne nas ruas da região central de Londres para protestar contra a visita de Trump, apoiadores do presidente americano se concentraram no caminho do trajeto de Windsor.

Encontro com May

Mais cedo, o presidente americano teve uma reunião com a premiê britânica, Theresa May, em que concordaram que é possível estabelecer um acordo comercial entre os EUA e o Reino Unido após o Brexit. Após a polêmica por causa da entrevista que ele concedeu ao tabloide "The Sun", ele também negou ter criticado a premiê.

Ele disse que o que May fizer na condução do processo de saída do Reino Unido da União Europeia está bom para os Estados Unidos, adotando um tom bastante diferente do utilizado por ele na polêmica entrevista concedida ao jornal. Trump afirmou ainda que a entrevista ao "The Sun" não incluiu comentários positivos que ele fez sobre a premiê britânica.

"Eu não sei o que eles vão fazer, mas o que você fizer está ok para mim. Essa decisão é sua. O que quer que você faça está tudo bem conosco. Apenas certifique-se de que podemos negociar juntos. Isso é tudo que importa", declarou após encontro com May, na casa de campo dela, em Chequers.

Na entrevista ao "The Sun", Trump afirmou que o plano de May para o Brexit "provavelmente pode matar" um acordo de livre-comércio entre o Reino Unido e os EUA . "Se aprovarem um acordo como esse, estaríamos tratando com a União Europeia no lugar de com o Reino Unido, e isso provavelmente pode matar o acordo", declarou ao jornal.

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