TRIBUTÁRIA E PREVIDÊNCIA

Simone diz que reformas podem ser discutidas simultaneamente

Presidente da CCJ no Senado disse que "Brasil tem pressa" pela votação
19/08/2019 19:26 - GLAUCEA VACCARI


 

A senadora Simone Tebet, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, disse hoje (19)durante audiência pública, que os debates sobre as reformas Previdenciária e Tributária já começaram e que é possível que os dois temas sejam tratadas ao mesmo tempo, devido a serem complementares.

“Uma não substitui a outra, são comuns e complementares. Uma precisa da outra. O Brasil tem pressa e o Senado tem consciência disso e pode entregar as duas (reformas) para a sociedade brasileira quase que simultaneamente”, afirmou.

Na avaliação da senadora, a reforma tributária é complexa, mas ela acredita que o Senado aprovará as duas reformas rapidamente, apesar das dificuldades de consenso em alguns temas, como sobre possíveis mudanças quanto ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“É obvio que queremos a reforma mais ampla e irrestrita, a que possa ajudar o Brasil, mas sabemos das grandes dificuldades e das diferenças entre o Brasil que consome o e o Brasil que produz”, afirmou.

Ainda conforme Simone, sem a reforma Tributária as contas públicas ficam comprometidas e a União acaba tendo que “cobrir o rombo com o dinheiro dos tributos e contribuições”. “Sabemos que temos condições de avançar, porque não cabem mais impostos no bolso dos nossos trabalhadores”, afirmou.

Durante a semana, série de audiências públicas serão realizadas na CCJ, a maior parte sobre mudanças na Previdência.

Entre esta terça (20) e quinta-feira (22), parlamentares irão ouvir representantes do governo, especialistas e representantes de entidades e de classe sobre o tema.

Na audiência realizada hoje, além da senadora sul-mato-grossense, participaram do debate o ex-deputado Luiz Carlos Hauly, o deputado federal Luciano Bivar e o Diretor-Executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".