IMIGRANTES

Pressionado, Cameron diz que aceita receber mais refugiados sírios

Pressionado, Cameron diz que aceita receber mais refugiados sírios
04/09/2015 07:40 - FOLHAPRESS


O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou nesta sexta-feira (4) que o Reino Unido aceitará receber "milhares" de refugiados sírios.

A declaração faz parte de um movimento do premiê para reduzir o desgaste do seu governo em meio à crise migratória que atinge a Europa.

Com o apoio do seu partido, o Conservador, Cameron vinha adotando um discurso de resistência à chegada de mais refugiados -no fim de julho chegou a causar polêmica ao classificar de "enxame" a multidão de imigrantes alocados na cidade francesa de Calais, que faz a ligação com o Reino Unido pelo Eurotúnel.

A repercussão internacional da divulgação da foto do corpo do menino Aylan Kurdi, de três anos, numa praia turca, aumentou a pressão para que o governo britânico se alinhasse ao discurso de outros líderes europeus, como o da chanceler alemã Angela Merkel, de buscar uma solução que envolva uma política mais efetiva de abrigo a esses refugiados.

"Vamos continuar trabalhando para enfrentar o conflito da Síria, combater as gangues de traficantes que exploram as pessoas e salvar vidas no mar", disse Cameron durante viagem a Lisboa e por meio de sua conta no Twitter.

O premiê sinalizou, no entanto, que o governo aceitará somente os refugiados que vivem em campos da ONU e não os que estão circulando pela Europa tentando chegar a países mais ricos, como o Reino Unido e a Alemanha. De acordo com Cameron, pelo menos 5.000 sírios já foram recebidos por seu governo.

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".