Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

PAPA

No último dia na Colômbia, papa se machuca no Papamóvel

A passagem por Cartagena é a última antes de Francisco voltar a Roma
10/09/2017 18:31 - AGÊNCIA BRASIL


O papa Francisco sofreu hoje (10) um pequeno acidente na cidade de Cartagena das Índias, onde encerra sua passagem pela Colômbia.

Segundo informações da agência de notícias argentina Télam, Francisco machucou-se ao bater o rosto no vidro do Papamóvel, durante uma freada brusca do veículo, e precisou aplicar gelo.

De acordo com o porta-voz do Vaticano, o papa passa bem.

A passagem por Cartagena é a última antes de Francisco voltar a Roma. O papa iniciou as atividades deste domingo visitando uma casa de acolhimento a pessoas sem teto e vítimas de tráfico de pessoas.

No início da tarde, o papa visitou o Santuário São Pedro Claver, dedicado ao missionário espanhol que defendia os direitos dos escravos em uma das mais antigas cidades da Colômbia.

Segundo a Rádio Vaticano, no santuário, Francisco rezou a oração do Angelus e voltou a conclamar os fiéis à prática da caridade e do apoio aos mais pobres e humildes.

Ele também dedicou parte das orações à Venezuela e aos venezuelanos que precisam emigrar para países vizinhos.

“Expresso a minha proximidade a cada um dos filhos e filhas desta amada nação, e também aos venezuelanos que encontraram guarida nesta terra colombiana. Daqui, desta cidade-sede dos direitos humanos, faço apelo para que se rejeite todo tipo de violência na vida política e se encontre uma solução para a grave crise que se está a viver e afeta a todos, especialmente aos mais pobres e desfavorecidos da sociedade”, afirmou.

Ainda hoje, no fim da tarde, Francisco celebra missa no Porto de Contecar, em cerimônia que marcará a despedida dele da Colômbia.

*Com informações da Télam e da Rádio Vaticano

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?