CRISE

Não há risco de racionamento de energia, diz ONS

Diretor-geral descartou qualquer possibilidade de racionamento de energia
02/09/2015 07:12 - Agência Brasil


O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, disse que, apesar de não estar “nas mil maravilhas”, a situação atual dos reservatórios do Brasil é muito melhor que a do ano passado. Ele descartou qualquer possibilidade de racionamento de energia. “Estamos bem. Sem risco de racionamento. Risco zero atualmente independentemente de cálculo, só olhando a vazão e o nível de armazenamento”.

Chipp informou que os reservatórios estão com 34.4 de armazenamento neste início de setembro e a transição do período úmido será em outubro. Além disso, segundo ele, a influência do fator do El Niño, que está se fortalecendo favorece as previsões. “As chuvas do Sul em setembro tendem a aumentar. Houve um período do sistema de alta pressão, mas agora voltam a entrar as frentes e hoje já está ameaçando chuva aqui, chegando no litoral do Rio de Janeiro e em São Paulo”, afirmou.

O diretor informou ainda que houve uma reunião hoje com meteorologistas do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cpetec/Inpe) e a previsão é de aumento das chuvas. “Há uma previsão de que essas chuvas gradativamente aumentem e vão chegar a atingir a região do sul de Minas, onde estão as principais bacias. Então, vamos esperar que isso aconteça”, disse. “2015 não é mais preocupante”, acrescentou.

Chipp participou hoje (1º) de um debate no Brazil Windpower, encontro que reunirá até quinta-feira (3), representantes da cadeia produtiva, investidores e especialistas do setor de energia eólica, no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".