FRONTEIRA

Ministra do Paraguai participa <br> de Fórum de Segurança na Uems

Principal cenário de violência é na faixa entre Brasil e Paraguai
19/07/2018 11:12 - Izabela Jornada e Renata Volpe Haddad


 

Ministra do Paraguai Nimia Hermelinda da Silva participa de Fórum Permanente de Segurança na Fronteira, que acontece nesta quinta-feira (19), no auditório da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), em Campo Grande.

Na ocasião está sendo debatido o cenário de violência, principalmente na faixa entre Brasil e Paraguai resultantes da falta de investimento do Governo Federal, que precarizou as condições das forças policiais federais, aliada ao avanço das facções criminosas que disputam o tráfico de armas, de drogas e o contrabando.

Além da ministra, estão presentes ainda no evento, o senador Pedro Chaves (PRB), presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), João Carlos Pulidoro, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), Mansour Karmouche, ministro de Segurança do Governo Raul Jungmann, representante da Receita Federal, Edson Ishikawa, reitor da Uems Fábio Edir, desembargador Ruy Celso Florence, representando o Tribunal de Justiça (TJ), secretário de Segurança do Estado de Mato Grosso do Sul Antônio Carlos Videira, representando o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB) e representantes da Marinha, Exército e Aeronáutica. 

Na oportunidade, o secretário de Segurança, Videira afirmou que o Estado vai pedir indenização para União em relação aos R$ 132 milhões que são gastos por ano com a segurança de Mato Grosso do Sul. 

O assunto está sendo tratado no evento como prioridade pela União, pois o problema envolve praticamente metade das cidades do Estado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".