OPERAÇÃO

Ministério Público pede redistribuição de inquéritos de Mercadante e Aloysio

Ministério Público pede redistribuição de inquéritos de Mercadante e Aloysio
08/09/2015 08:04 - FOLHAPRESS


A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki que redistribua os inquéritos contra o ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante e o senador tucano Aloysio Nunes, por não terem indícios de relação direta com o esquema de corrupção na Petrobras.

Os inquéritos contra Mercadante e Aloysio se baseiam na delação premiada do dono da UTC Ricardo Pessoa, que disse ter repassado recursos ilícitos para ambos.

A investigação preliminar da PGR, porém, apontou que os casos não tinham relação com desvio de recursos da Petrobras, que são o foco da Operação Lava Jato. Por isso, o órgão sugeriu a redistribuição a Teori, já que ele é o ministro do STF que está cuidando dos casos da Operação Lava Jato.

A análise dessa redistribuição deve ser feita pela presidência do STF, atualmente a cargo do ministro Ricardo Lewandowski. A reportagem apurou que ainda não houve decisão a respeito.
Ambos inquéritos são sigilosos e não aparecem no sistema processual do STF.]

EDINHO

Além desses políticos, também foi aberto inquérito com base na delação de Pessoa para investigar o ministro Edinho Silva (Comunicação Social), ex-tesoureiro da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Em seus depoimentos, ainda sigilosos, Pessoa disse ter repassado recursos para a campanha de Dilma após ser coagido por Edinho. Também apontou envolvimento de vários outros políticos com corrupção.

Mercadante, Aloysio e Edinho negam as acusações.

Além deles, há uma lista de deputados e senadores sendo investigados no Supremo pela Operação Lava Jato. Deles, cinco já foram alvo de denúncias (ações penais) movidas pela PGR.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".