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INTEGRANTE DO PCC

Marcola pode ter sido transferido
para Mossoró ou Porto Velho

Decreto autoriza uso das Forças Armadas próximo aos presídios

13 FEV 19 - 11h:01MARESSA MENDONÇA

O chefe máximo do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros 21 integrantes da mesma facção foram transferidos para presídios federais na manhã desta quarta-feira (13). Ao que tudo indica, o destino dos criminosos são as penitenciárias localizadas em  Mossoró e em Porto Velho. Isto porque um decreto publicado hoje pelo presidente Jair Bolsonaro autoriza o uso das Forças Armadas para proteção do perímetro ao lado destas unidades.

Conforme o decreto, "fica autorizado o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem entre os dias 13 e 27 de fevereiro, no Estado do Rio Grande do Norte e no Estado de Rondônia, para a proteção do perímetro de segurança das penitenciárias federais em Mossoró e em Porto Velho". A regra vale para um raio de dez quilômetros, a partir do muro externo das unidades prisionais.

Os detentos saíram do aeroporto de Presidente Prudente, a 580 km da capital paulista.

NOTA OFICIAL

O Ministério da Justiça publicou nota sobre o caso. Conforme a publicação, "O isolamento de lideranças é estratégia necessária para o enfrentamento e o desmantelamento de organizações criminosas".

A transferência ocorre em cumprimento à decisão da Justiça do Estado de São Paulo após pedido do Ministério Público de São Paulo.

MEGAOPERAÇÃO

Para realizar a transferência dos presos foi montada uma escolta com a atuação da Polícia Militar, Polícia Civil e Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, Força Aérea Brasileira (FAB), Exército Brasileiro, Coordenação de Aviação Operacional e Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O trabalho também envolve ações de inteligência em conjunto com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

MARCOLA

A mudança de presídio de Marcola tem relação com um plano de fuga descoberto no passado, quando o líder da facção cumpria pena na penitenciária de segurança máxima em Presidente Venceslau. A ideia dos comparsas era usar metralhadoras e explosivos para abrir buracos no muro da penitenciária e permitir a fuga dos criminosos.

 

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