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Campo Grande - MS, quarta, 26 de setembro de 2018

TUFÃO

Mangkhut enfraquece após deixar mortos nas Filipinas e segue para a China

15 SET 2018Por G109h:20

O tufão Mangkhut, o mais poderoso que atingiu as Filipinas nos últimos cinco anos, enfraqueceu ligeiramente depois de passar pelo norte do país com ventos de 170 km/h e rajadas de até 260 km/h. Em sua passagem pelo arquipélago, o Mangkhut deixou duas mulheres mortas.

As duas vítimas morreram na cidade de Baguio em um deslizamento de terra causado pelas fortes chuvas, segundo a polícia local.

Às 10h locais (hora local; 23h de sexta, pelo horário em Brasília), o olho do tufão encontrava-se a 30 km do litoral noroeste das Filipinas, de onde deve sair na tarde deste sábado (15), de acordo com o último boletim da agência de serviços meteorológicos do país, Pagasa.

A tempestade diminuiu sua velocidade e se desloca a 25 km/h em direção ao sul da China.

Com categoria 5, Mangkhut entrou no território filipino à 1h40 de sábado (pelo horário local; 14h40 de sexta-feira, 14, em Brasília) e chegou a rajadas de vento de até 305 km/h em sua passagem pelo norte da ilha de Luzon, no extremo norte das Filipinas.

Alerta rebaixado

A Pagasa rebaixou o alerta e já não há nenhuma província do norte de Luzon no nível 4 (de um total de 5), embora nesta região os ventos entre 120 km/h e 170 km/h possam ser registrados nas próximas 18 horas.

Durante sua passagem por essas regiões, Mangkhut - que nas Filipinas é chamado de Ompong -, causou ventos de até 220 km/h, fortes chuvas, inundações e ondas de até seis metros.

Mais de 50 mil deslocados

Em todas as regiões atingidas pelo tufão, mais de 50 mil pessoas deixaram suas casas, embora seus efeitos afetaram mais de 5,2 milhões de filipinos que vivem em um raio de 125 km da trajetória de Mangkhut, segundo os dados Conselho Nacional de Gestão de Redução de Riscos de Desastres das Filipinas (NDRRMC, sigla em inglês).

Já a Cruz Vermelha estima que o número de afetados pelo tufão será de 10 milhões. A diferença no cálculo é que a organização humanitária leva em consideração as pessoas que vivem da agricultura na região de Luzon e as perdas que elas sofrerão devido à passagem do Mangkhut pelas plantações.

 

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