AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO

Governo institui grupo para <br>avaliar e monitorar o SUS

Governo institui grupo para <br>avaliar e monitorar o SUS
20/06/2017 20:00 - Agência Brasil


O Ministério da Saúde criou hoje (20) o grupo de trabalho que vai formular a proposta de Política Nacional de Monitoramento e Avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a pasta, a política vai articular e integrar os instrumentos e as ações que já são executadas pelos órgãos de saúde, como os planos plurianuais, as avaliações e oficinas técnicas.

O grupo também será responsável por elaborar o plano operativo da política e definir as estratégias para a sua validação em espaços que contribuam para sua legitimidade.

Sob coordenação da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, a equipe terá representantes de outras secretarias da pasta, dos Conselhos Nacionais de Secretários de Saúde, de Secretarias Municipais de Saúde, de Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz e da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação.

Os titulares e suplentes não serão remunerados por suas funções no grupo e deverão ser indicados pelos respectivos órgãos e entidades no prazo de 30 dias. O grupo poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, bem como especialistas em assuntos referentes ao tema. 

Segundo a portaria publicada hoje no Diário Oficial da União , a política de monitoramento e avaliação é necessária, na medida em que as ações do SUS fazem parte do ciclo de decisão, formulação e implementação das políticas públicas de saúde.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".