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SAÚDE

Denúncias indicam uso de furadeira doméstica em centros cirúrgicos

A vigilância sanitária local foi acionada para checar e autuar hospitais envolvidos
27/07/2017 17:34 - Anvisa


Furadeiras de uso doméstico não devem ser utilizadas em centros cirúrgicos. Isso porque a furadeira comum não garante a mesma segurança que as furadeiras fabricadas especialmente para fins cirúrgicos.

A Anvisa recebeu algumas denúncias de uso de furadeiras domésticas em centros cirúrgicos e acionou a vigilância sanitária local para checar e autuar hospitais que cometem este erro.

Apesar de uma furadeira doméstica ser parecida com uma furadeira cirúrgica, existem diferenças que afetam diretamente a segurança do paciente. As furadeiras cirúrgicas são preparadas para a esterilização e possuem recomendações específicas do fabricante para isso. Outra diferença é que as furadeiras específicas para uso em cirurgias possuem mecanismos de segurança para prevenir choque elétrico, superaquecimento dos ossos e tecidos e controle de rotação, entre outros.

Já a furadeira de uso comum não pode ser esterilizada, o que dificulta sua limpeza de forma adequada. O equipamento doméstico também pode aquecer e levar à necrose dos tecidos que estão em contado com a broca. Outras diferenças estão no risco de descarga elétrica e na falta de controle da rotação da broca pelo cirurgião.

Este tipo de equipamento é utilizado principalmente em cirurgias ortopédicas e neurológicas e a segurança do equipamento pode afetar diretamente a segurança do paciente durante a cirurgia. Os materiais e equipamentos de centros cirúrgicos precisam atender a regras específicas para garantir a segurança do paciente.

 

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!