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VIOLÊNCIA

Ataque do Boko Haram mata 11 pessoas na Nigéria

De acordo com a polícia local, foram três atentados suicidas coordenados
08/06/2017 11:38 - G1


Um grupo de onze pessoas morreram em um ataque do grupo extremista Boko Haram na cidade de Maiduguri, no nordeste da Nigéria. 

De acordo com a polícia local, três atentados suicidas coordenados mataram dez pessoas na quarta-feira (7). A outra vítima morreu em um tumulto, tentando fugir dos agressores no bairro de Jiddari Polo, explicou o delegado do estado de Borno, Damian Chukwu, à agência France Presse.

Um dos três suicidas se explodiu no bairro de Goni-Kachallari, depois que fiéis muçulmanos saíram da mesquita, onde dezenas de fiéis estavam reunidos para as orações do Ramadã.

"O suicida morreu, assim como outras seis pessoas", confirmou.

"O segundo detonou o seu cinturão de explosivos nos locais das Autoridades para o Desenvolvimento do

Lago Chade às causando três mortes, além do suicida", acrescentou Chukwu.

O terceiro atentado suicida deixou outro morto. No total, 24 pessoas ficaram feridas.
Segundo várias testemunhas, um grupo de combatentes iniciou a ofensiva no campo de Aridawari, na periferia de Maiduguri, berço do Boko Haram.

Os vizinhos afirmaram que os rebeldes se dirigiram até uma base militar, cruzando o bairro de Jiddari Polo, abrindo fogo por todas as partes.

Combates

O Exército nigeriano tentou nos últimos meses recuperar boa parte do território conquistado pelo Boko Haram no nordeste do país, onde os jihadistas querem estabelecer um estado regido pela sharia ou lei islâmica.

O grupo terrorista, debilitado pelos avanços do Exército, recorreu de forma crescente aos atentados suicidas contra civis, alvos mais fáceis que os militares ou as sedes do Governo.

Desde o início da sua campanha em 2009, o terrorismo do Boko Haram tirou a vida de mais de 20 mil pessoas e obrigou mais de duas milhões de pessoas a deixarem seus lares na região, segundo números de organizações humanitárias internacionais.

Milhões de pessoas sofrem neste momento com escassez de comida no nordeste da Nigéria, devido à seca e aos efeitos da atividade terrorista.

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.