Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

IRMÃ DE AÉCIO

Andrea Neves deixa <br>a prisão em Belo Horizonte

Andrea Neves deixa <br>a prisão em Belo Horizonte
22/06/2017 08:42 - Folhapress


Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), deixou o Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, na região leste de Belo Horizonte, na madrugada desta quinta-feira (22).

Na terça-feira (20), a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que ela cumprisse prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

Segundo seu advogado, Marcelo Leonardo, ela chegou em casa por volta das 3h50 da madrugada. Ela foi levada pela Polícia Federal para o mesmo endereço onde foi presa em 18 de maio, uma casa em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Após deixar a penitenciária, Andrea foi levada ao IML (Instituto Médico Legal). O advogado acredita que a tornozeleira tenha sido colocada ainda dentro do presídio.

Andrea foi denunciada por corrupção passiva com base na delação do empresário Joesley Batista, da JBS. Ele afirmou que a irmã de Aécio pediu R$ 2 milhões e gravou conversa em que o tucano faz o mesmo pedido.

A PF filmou a entrega de malas de dinheiro a Frederico Pacheco, primo de Aécio. A verba foi repassada ainda a Mendherson Souza Lima, então assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

A defesa dos acusados nega que o pagamento seja referente a propina e que o pedido era para pagar advogados de Aécio na Lava Jato.

Frederico e Mendherson também foram presos no dia 18. Na terça, por três votos a dois, o STF decidiu pela prisão domiciliar de Mendherson e estendeu a decisão a Andrea e Frederico.

A decisão, além de obrigar o uso de tornozeleira, veta o contato entre os investigados e exige entrega do passaporte.

O Supremo adiou a decisão sobre um novo pedido de prisão contra Aécio.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?