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Campo Grande - MS, sábado, 15 de dezembro de 2018

Economia

Analistas financeiros estimam nova queda para o índice de inflação em 2017

Expectativa para crescimento da economia em 2017 e em 2018 foi revista

2 OUT 2017Por G110h:12

Analistas de instituições financeiras ouvidos pelo Banco Central na semana passada reduziram a previsão para a inflação e elevaram a expectativa para o crescimento da economia brasileira, em 2017 e em 2018.

De acordo com o levantamento do BC, divulgado nesta segunda-feira (2), a inflação deste ano deve ficar em 2,95%, na mediana. No relatório anterior, feito com base nas previsões coletadas pelo Banco Central na semana retrasada, os economistas estimavam que a inflação ficaria em 2,97%. Foi a sexta redução seguida do indicador de inflação.

No caso da inflação para 2018, a previsão do mercado recuou de 4,08% para 4,06% na última semana. Foi a quinta redução consecutiva.

Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro subiu sua estimativa de crescimento para 0,70%. No relatório anterior, ela era de 0,68%. Foi a segunda alta seguida do indicador.

Já para o PIB de 2018, os economistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de expansão de 2,30% para 2,38%. Foi a quarta alta seguida na estimativa.

As estimativas de crescimento da economia começaram a subir com mais intensidade após a divulgação do resultado do PIB do segundo trimestre deste ano – que avançou 0,2% contra os três primeiros meses deste ano.

As previsões foram divulgadas por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas. O BC divulga o documento toda segunda-feira, com as informações coletadas ao longo da semana anterior à divulgação.

Inflação abaixo da meta

A nova previsão mantém a inflação abaixo da meta central para 2017, que é de 4,5%. Além disso, a inflação estimada pelo mercado para este ano está abaixo do piso de 3% do sistema brasileiro de metas.

Se a expectativa se confirmar, será a primeira vez que a inflação ficará abaixo do piso do regime de metas, que começou em 1999.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Pelo sistema brasileiro, a meta central é de 4,5% para este ano e para 2018, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo, de modo que a inflação pode ficar entre 3% e 6% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Pelo sistema brasileiro, a meta central é de 4,5% para este ano e para 2018, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo, de modo que a inflação pode ficar entre 3% e 6% sem que seja formalmente descumprida.
 

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