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CORREIO B

Whindersson Nunes fala sobre depressão em entrevista a Maisa Silva

Whindersson Nunes fala sobre depressão em entrevista a Maisa Silva
08/09/2019 02:00 - ESTADÃO CONTEÚDO



O youtuber Whindersson Nunes falou sobre depressão em entrevista à apresentadora Maisa Silva no Programa da Maisa deste sábado, 7. "Acho que eu falar sobre isso de uma forma amigável, e todo mundo ficar sabendo que não tem problema em falar, é a melhor forma de ajudar. A pior coisa de tudo isso é a falta de informação", afirmou Whindersson.

Na sequência, o youtuber fez uma comparação entre o tema e as recentes queimadas na Amazônia: "Está cheio de gente que sabe tudo de um lado, e gente que sabe de tudo de outro. Todo mundo brigando para saber quem 'tocou fogo' e ninguém quer saber o motivo, e nem (saber) como apagar".

"O negócio é conversar. O diálogo é muito bom. Ainda tem muito essa parada, o homem tem disso: 'Ah, não vou lá. Terapia é besteira.'", afirmou. "A galera acha que quando eu tuItei foi quando começou (a depressão). Lógico que não. Essas questões vêm na cabeça da gente de muito tempo", continuou, ressaltando o apoio de sua esposa, Luisa Sonza, durante o tratamento.

Whindersson Nunes relembrou um episódio ocorrido em 2015, na cidade de Aracaju, no Sergipe, após um show: "fui para o hotel e comecei a chorar. Perguntava para Deus o motivo de eu ganhar dinheiro, por que eu era famoso?"

"Por que chegava gente e falava 'tenho isso e queria me apresentar, fazer meu show', meu Deus, por que essa pessoa tá querendo e não tá conseguindo? Por que eu consegui? Ficava na minha cabeça: por que eu tenho e as outras pessoas não têm?", continuou.

Whindersson Nunes participou do Programa da Maísa ao lado do cantor Kevinho. Durante a semana, o youtuber e a apresentadora Maisa Silva brincaram sobre a "semelhança" entre os dois nas redes sociais.

 

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.